Home - blog tv

VIVENDO LEVE | BELEZA & SAÚDE

Saiba tudo sobre a saúde de seus cabelos, Hair Experts

Seção: Sabotagem



31 post(s) publicado(s) em “Sabotagem”.

Postado em 25/9/2009 8:56 por Aguinaldo Pettinati

Por que a comida de hoje não é a mesma de antigamente?

A maioria das pessoas presume que o corpo está recebendo o que necessita dos alimentos que ingere diariamente. Freqüentemente se esquece que, durante os últimos 50 anos, o setor da agricultura e do processamento de alimentos mudou drasticamente, e para pior. As refeições prontas e a comida rápida podem ser demasiado processadas, anulando muitos dos benefícios dos alimentos e criando o estabelecimento de deficiências micronutricionais.

Os produtos frescos, cada dia mais raros, são sujeitos, com freqüência, a aditivos químicos para fazê-los crescer mais rapidamente, resistir às pestes e sobreviver aos longos períodos de armazenamento. Até o solo, onde crescem os frutos e os vegetais, pode ser grandemente desprovidos de nutrientes devido aos métodos agrícolas modernos. Por exemplo, os brócolis produzidos hoje não têm o mesmo valor nutricional do vegetal usado pelos nossos avós! O ambiente sofreu profundas transformações nos últimos 50 anos! Tempo este em que o homem moderno teve que se adaptar a um novo padrão alimentar, sem garantias de nutrição adequada e sem que seu organismo estivesse preparado para isso. Além disto, o indivíduo moderno está sujeito a um stress físico e mental, que se intensifica continuamente, além de estar rodeado de poluentes ambientais. O corpo tem que trabalhar mais para se manter e freqüentemente com fontes de combustível de baixa qualidade nutricional! O preço do progresso é alto considerando-se a saúde. Então, o que é que se pode fazer?

Pesquisas nas mais recentes publicações científicas dão conselhos em nutrição investigando e compreendendo intimamente as necessidades do corpo! Eles recomendam que se complemente o regime alimentar diário com suplementos de vitaminas e minerais de alta qualidade e de largo espectro... Mas como conseguir isto com segurança e sem elementos prejudiciais à nossa saúde?
Doutor Maximo Asinelli, Médico Nutrólogo


Postado em 16/7/2009 10:09 por Aguinaldo Pettinati

Má alimentação pode gerar queda de cabelo

Por Dr Ademir Júnior - Tricologia (Medicina Capilar)

Uma alimentação inadequada pode resultar em um conjunto de problemas nos mais diversos órgãos do corpo. Com os pêlos e cabelos não é diferente, eles também sofrem quando a alimentação inadequada se torna uma rotina.



Os cabelos apresentam um elevado teor de proteínas em sua composição, assim como bons níveis de minerais (como o zinco, ferro, cálcio e etc.), sendo estes essenciais para a arquitetura dos fios. Vitaminas (como a biotina, a vitamina C, E, pantenol e etc.) participam no processo de formação dos fios e sua ausência nas células da raiz pode acarretar em problemas de formação da estrutura capilar.

Nossa alimentação baseada no estilo de vida ocidental, pobre em proteínas, minerais, vitaminas; e rica em carboidratos e gorduras; é um mal que de alguma forma aflige os cabelos. Isto porque o consumo dos elementos importantes para a qualidade dos fios acaba sendo insuficiente em função de outros com menor importância. Os resultados são: cabelos frágeis, quebradiços, sem brilho, elasticidade e também a queda capilar.

Na grande maioria das vezes, a correção dos erros alimentares dos pacientes com estas queixas capilares é suficiente para estes problemas desaparecerem. Em casos mais extremos, quando o paciente não colabora com uma alimentação adequada ou não pode comer determinados tipos de alimentos, a suplementação nutricional é fundamental. Suplementos a base de proteínas, minerais e vitaminas são encontrados em farmácias e casas especializadas em nutrição, e podem ajudar desde que o quadro clínico do paciente exija este tipo de orientação por parte do tricologista (médico especialista em cabelos), ou dermatologista, que avaliou o problema.

Casos de pacientes com bulimia ou anorexia que sofrem com queda capilar pedem um estudo mais elaborado das deficiências nutricionais, que deve ser feito em conjunto com a equipe que esteja cuidando do caso (muitas vezes o psiquiatra, o psicólogo e o nutricionista). Cuidar dos cabelos de um bulímico ou anoréxico pode parecer algo de menor importância, uma vez que a vida do paciente está em jogo, porém, manter a auto-estima do paciente elevada em função da qualidade de seus cabelos pode ser essencial, já que eles exercem um reforço importante na parte psíquica.

Infelizmente alguns hábitos, aparentemente saudáveis, costumam dar maior trabalho ao tricologista quando a qualidade ou a queda dos mesmos começa a se fazer presente. O hábito da alimentação essencialmente baseada em vegetais é um exemplo. Além de uma maior propensão a cabelos fracos, provavelmente por um consumo protéico aquém do necessário para a produção excelente dos fios de cabelos, estes pacientes são os que apresentam maior dificuldade de recuperação de quadros capilares, assim como necessitam de maior tempo para observar resultados significativos.

Em virtude de todos os pontos salientados, devemos valorizar sempre a alimentação como um fator de importância na qualidade dos fios de cabelo e na prevenção e tratamento da queda capilar. Cair nas armadilhas e facilidades da alimentação da vida moderna ou adquirir determinados hábitos e comportamentos podem interferir negativamente nos cabelos, causando quedas e perda da qualidade dos cabelos.

Uma vez que estados de queda capilar ou perda da qualidade dos fios se faz presente, o dermatologista ou o tricologista são os especialistas indicados para o tratamento destes problemas. A estes profissionais caberá instituir condutas e orientações que venham a suprir as deficiências de nutrientes e ajudar na recuperação dos cabelos. Normalmente, casos de problemas capilares em virtude de erros alimentares costumam evoluir bem com estes tratamentos.




Postado em 1/7/2009 16:32 por Aguinaldo Pettinati

Pesquisa constata que biscoito água e sal não é saudável

A PRO TESTE Associação de Consumidores avaliou 15 marcas de biscoitos cream cracker e água e sal disponíveis no mercado brasileiro. Embora a maioria tenha se saído bem no teste, a conclusão é que estes produtos estão muito longe da sua fama de alimentos saudáveis e devem ser consumidos com moderação.

Há algumas marcas que devem ser evitadas, devido à presença de gordura trans. E foram detectados casos em que a quantidade de sal no produto ultrapassa o limite aconselhado para manter a saúde.

O teste verificou que não há quase nenhuma diferença na composição e na quantidade de calorias dos biscoitos água e sal e cream cracker. Além disso, a crença popular de que o primeiro tipo é mais saudável não procede. Um exemplo disso é o fato de que há mais produtos água e sal com gordura trans do que cream cracker.

No aspecto nutricional, os biscoitos Mabel (nas duas versões) apresentaram o pior problema do teste: contêm quantidade significativa de gordura trans. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda o consumo de gordura trans, mas, como nem sempre é possível ter uma dieta livre dessa gordura, considera 2 g o limite máximo de ingestão diária para uma dieta saudável.

Uma porção de 30 g (equivalente a seis biscoitos) destes produtos apresenta mais de 1 g de gordura trans, ou seja, mais da metade do que a OMS considera admissível para um dia inteiro.

A presença de muito sal foi outro problema detectado em três produtos: o água e sal da Adria e as duas versões do Tostines. Uma porção de cada um deles ultrapassa 10% do consumo diário de sal recomendado para um adulto.

Quanto a veracidade das informações do rótulo, a PRO TESTE encontrou alguns problemas. Adria, Fortaleza e Mabel ou têm letras muito pequenas em seus rótulos ou não mostram contraste com o fundo, o que dificulta ainda mais a leitura. Há produtos que falham nos dados sobre a presença de fibras, gorduras saturadas e trans.

Esses biscoitos também não são mais saudáveis que o pão. Além de proporcionar uma sensação de saciedade maior, o pãozinho tem menos gorduras e mais benefícios. Enquanto a economia de calorias com essa troca não ultrapassa 15%, a quantidade de gordura ingerida no biscoito é 150% maior e a de fibras é pelo menos 45% inferior.

Alguns têm muitos fragmentos de insetos

Não foram encontrados micro-organismos nos biscoitos avaliados.

No entanto, alguns produtos apresentam outro problema de higiene: alta quantidade de fragmentos de insetos. Foram eles: Água e Sal das marcas Richester Superiore, Triunfo, Duchen e o Cream Cracker Aymoré.

É possível que os fragmentos em questão sejam provenientes da farinha utilizada na fabricação, mas cabe à empresa escolher um fornecedor que ofereça uma matéria-prima de qualidade. Os resultados mostram que isso é possível, já que alguns biscoitos apresentaram apenas um ou dois fragmentos de insetos, caso dos cream crackers Bauducco, Richester, Tostines e Visconti.

Os resultados completos da avaliação estão disponíveis no site da Associação : www.proteste.org.br e na revista PRO TESTE de Julho, distribuida exclusivamente aos associados.

Foram avaliados os biscoitos Água e Sal das seguintes marcas: Bauducco Levíssimo, Marilan, Vitarella,Visconti, Parati, Piraquê, Tostines, Fortaleza, Richester Superiore, Triunfo, Águia, Aymoré, Duchen, Mabel e Adria.

As análises de Cream Cracker envolveram as marcas: Bauducco Levíssimo, Richester Superiore, Triunfo, Duchen, Vitarella, Visconti, Marilan, Tostines, Adria Crackers, Parati, Piraquê, Fortaleza, Águia, Aymoré e Mabel.

Postado em 17/2/2009 13:20 por Aguinaldo Pettinati

Mitos sobre a bebedeira

Café, azeite, leite. Qual é o melhor remédio para curar a bebedeira? O senso comum divulga essas técnicas para amenizar os efeitos da embriaguez, mas será que algum deles funciona de fato? "O consumo de álcool em excesso pode gerar diversos riscos, e não há nada que possa diminuir os efeitos que ele acarreta", afirma o Dr. Francis Fujii, médico de família e patologista clínico do Lavoisier Medicina Diagnóstica/ DASA.



Um dos perigos do consumo abusivo de bebidas alcoólicas está relacionado à hipoglicemia ou baixa na taxa de glicose sangüínea, que pode levar uma pessoa a desmaios repetitivos ou ao coma alcoólico. "O uso do álcool, principalmente em momentos festivos, como o carnaval, pode ser agradável. Mas as consequências, principalmente se houver abusos, podem ser graves. Ficar alcoolizado está relacionado à ingestão (quantidade) e metabolização do álcool, ou seja, sua eliminação do organismo. Isso acontece sobretudo pelos rins (90%), mas também pelos pulmões e pele", de acordo com o especialista.

Segundo o patologista clínico, costumes como o de beber muita água antes do álcool, ingerir azeite, leite ou refrigerantes não ajuda a diminuir os efeitos do consumo excessivo de álcool.

"A ingestão dessas substâncias podem ajudar a combater os sintomas como desidratação e hipoglicemia, mas não corta a embriaguez", afirma Dr. Fujii. No entanto, tomar uma xícara de café forte ajuda a deixar o corpo mais alerta, fazendo com que, aos poucos, os efeitos do álcool diminuam.

Publicidade

Postado em 16/2/2009 13:57 por Aguinaldo Pettinati

Exageros do Verão podem prejudicar o coração

O verão continua tinindo e, com ele, os convites para as festas e badalações. Curtir a vida é sempre bom, diga-se de passagem. Porém, é necessário evitar abusos, principalmente em relação ao álcool e à alimentação. Os excessos são prejudiciais à saúde, inclusive à do coração.

Segundo o cardiologista Daniel Lages Dias, presidente da Regional Campinas da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - SOCESP, o consumo exagerado de álcool pode causar alterações na pressão arterial e nos níveis de diabetes. Também pré-dispõe a arritmias cardíacas, como a fibrilação atrial, com sintomas de palpitação, coração acelerado e batimentos irregulares, o que aumenta os riscos de embolias, acidente vascular cerebral (AVC) e até mesmo de infarto.

"Outro problema comum nessa época é o paciente parar de tomar o remédio porque vai beber. Trata-se de um grande erro, pois os riscos aumentam. É preciso beber com moderação e não parar com a medicação sem orientação médica", adverte o dr. Daniel.

O dr. Antonio Mendes Neto, presidente da regional Santos da SOCESP, alerta que 30 ml de álcool são suficientes para elevar a pressão no homem, o que corresponde a cerca de duas latinhas de cerveja. Metade desta medida, ou um cálice de vinho, é suficiente para provocar alterações na mulher. Portanto, não se deve ultrapassar tais limites.

A moderação é também importante na alimentação. Os abusos interferem diretamente na pressão arterial, diabetes e também no controle do colesterol. Dê sempre preferência para frutas, verduras, legumes, e tome muito líquido.

"É possível curtir o calor cuidando da boa alimentação com pratos mais leves e naturais, sem fugir do clima da época", afirma o dr. Daniel.

O período, aliás, também é propício para deixar o sedentarismo de lado e realizar atividades físicas. Aproveitar a praia para uma caminhada, andar de bicicleta ou mesmo nadar são atividades bacanas, fazem bem para o corpo e para a mente. Tudo isso, é claro, sem exageros.

"Muitas pessoas, mesmo não estando condicionadas, praticam atividades intensas. A má condição e o calor podem ser prejudiciais e causar eventos cardiológicos agudos", alerta o dr. Antonio.

Então, atenção: prepare pratos mais leves, controle a ingestão de álcool, descanse e faça atividades de acordo com a sua condição física. Curta de forma consciente e segura, pois cuidar da saúde do coração é primordial.

Postado em 6/2/2009 9:20 por Aguinaldo Pettinati

Você realmente sabe quanto pesa?

Se no passado, a avaliação da composição corporal era realizada através da pesagem dentro da água, atualmente as técnicas de imagem despontam como as mais precisas. "A medicina necessita de máxima precisão para identificar o percentual de gordura corporal, uma vez que ele é fator de risco para o desencadeamento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2", alerta o médico do esporte Leandro Vaz.

A equipe do especialista acaba de implantar, na capital federal, o primeiro centro para realização do exame considerado padrão-ouro, ou seja, o mais preciso para avaliação da composição corporal. Trata-se da Absorciometria com Raios-X de Dupla Energia (ACDE-DEXA), técnica que até então era utilizada exclusivamente para mensurar a densidade mineral óssea. "Com o exame, quantificamos também a gordura corporal total e por regiões específicas como, por exemplo, a gordura abdominal - que está ligada à síndrome metabólica. Além disso, verificamos o percentual exato de massa muscular", descreve Renato André Silva, mestre em educação física e fisiologista do exercício.

Upgrade - O exame ganha das outras alternativas padrão-ouro: a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética. "A Absorciometria, ou Dexa, apresenta maior facilidade de acesso à técnica e ao manuseio do software, simplicidade nas mensurações e menor exposição à radiação. Isso sem falar no custo-benefício", destaca Renato. A partir do laudo, o médico assistente pode orientar de maneira mais assertiva a conduta para perda do excesso de gordura e aumento da massa muscular, com dietas, atividade física customizada e, se necessário, suplementos.

Para quem já fez o exame, a resposta é certa: o resultado é muito satisfatório. É caso do atleta Bruno Sabóia, 32 anos, que pratica ciclismo de estrada. "Com a precisão do exame, o que achava que era massa muscular era, na verdade, um percentual baixo de gordura", descreve. De acordo com o atleta, depois do Dexa, ele pôde fazer uma dieta específica que vai contribuir para alcançar um melhor desempenho no esporte.

Olho Clínico - Um dos nomes de grande reconhecimento na área esportiva, também recomenda o exame. Trata-se de Sandor Balsamo, que já atuou como preparador físico de Nelsinho Piquet e da nadadora Rebeca Gusmão. Docente do Centro Universitário Unieuro, Balsamo destaca que o Dexa é uma nova ferramenta que veio para contribuir para o cálculo eficiente de massa corpórea. "O exame auxilia o profissional de saúde na avaliação do corpo humano, pois além de mostrar o percentual de gordura é um forte aliado no combate à osteoporose", complementa.

Rápido, indolor e não-invasivo, o Dexa está disponível no Golden Spa, em Brasília, que caminha para se tornar um Centro de Medicina do Esporte. Além da praticidade, apresenta excelente custo-benefício.


SERVIÇO
Golden Spa - Centro de Longevidade
Lake Side Resort Brasília
(Próximo ao Palácio da Alvorada)
(61) 3306 1003
www.goldenspa.com.br

Postado em 29/1/2009 9:39 por Aguinaldo Pettinati

Lanche escolar pode ser o vilão das crianças

Dra. Roseli Rossi -Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica
Salgadinhos e doces! Esses são dois itens fáceis de se encontrar na lancheira de uma criança. Os pais modernos, para economizarem tempo, utilizam produtos que ofereçam praticidade e rapidez no preparo do lanche. Entretanto, por serem ricas em gorduras saturadas, sódio, açúcar, conservantes químicos e pobres em vitaminas e minerais, essas guloseimas colocadas nas lancheiras podem acarretar problemas à saúde dos "pequenos", como obesidade, colesterol alto, hipertensão arterial e, muitas vezes, pela falta de nutrientes essenciais, a redução da energia vital necessária para o desenvolvimento e crescimento físico e mental, podendo interferir na concentração, memorização e aprendizado.

 

Os alimentos impróprios à saúde, consumidos com freqüência e sem controle, proporcionam ao organismo da criança um aumento da quantidade de gordura corporal. Com o acúmulo, além da obesidade, o metabolismo tende a reduzir a produção do colesterol bom (HDL) e aumentar o colesterol ruim (LDL) na corrente sanguínea. Todavia, a função do colesterol bom é evitar que o ruim se "agarre" nas paredes dos vasos sanguíneos e, na sua falta, a probabilidade de problemas cardiovasculares aumenta. "O mau hábito alimentar pode trazer como resultado os males do colesterol alto e a hipertensão arterial já na infância, principalmente para os que possuem suscetibilidade genética", reforça a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.

Um estudo da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) com 1.937 crianças e adolescentes entre dois e 19 anos, atendidos no Hospital das Clínicas da universidade, constatou que quase metade deles possui índices altos de colesterol e triglicérides. A pesquisa, realizada entre 2000 e 2007, mostra que 44% dos pesquisados apresentaram elevada taxa de colesterol. No entanto, a especialista Roseli Rossi ressalta que não há um estudo com dados gerais das crianças e adolescentes de todo o país.

A alimentação é um dos fatores mais importantes para a saúde da criança, é a responsável em fornecer vitaminas e minerais essenciais para o desenvolvimento de todas as funções do corpo e para a manutenção do sistema de defesa do organismo. Por isso, a especialista Roseli alerta que é necessário e fácil a substituição dos alimentos gordurosos por opções mais saudáveis. "Na hora do preparo do lanche escolar, prefira colocar alimentos saudáveis, atrativos às crianças e que irão fazer a diferença no desenvolvimento físico e mental, como barra de cereais, cookies, bolos e tortas integrais sem recheios cremosos, sanduíches com pães integrais recheados com proteínas magras como queijos, peito de peru, atum. Uma outra dica, são os sucos naturais que auxiliam na hidratação e são riquíssimos em vitaminas e fibras, essenciais ao bom funcionamento do organismo", ensina Roseli.


Hoje, existem opções de lanches rápidos e saudáveis. A nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional indica alguns:

- Sanduíche de pão integral com patê de ricota com cenoura e salsinha + suco de uva

- Iogurte de frutas com baixo teor de gordura + cookies integrais.

- Leite achocolatado de soja + Barra de cereais.

- Maçã desidratada + Nozes + torrada integral + queijo pasteurizado

- Torta de legumes + Suco de laranja

- Bolo de Chocolate com aveia + àgua de coco

Nota: Os alimentos devem ser bem acondicionados e as lancheiras devem ser térmicas para garantir a máxima qualidade e conservação dos mesmos.

 

 

 

Postado em 26/1/2009 9:57 por Aguinaldo Pettinati

Previna-se contra a síndrome do restaurante chinês

Dra. Sylvana Braga
A cultura oriental está se popularizando cada vez mais no Brasil e sua culinária traz pratos cheios de temperos deliciosos, porém é preciso tomar cuidado com certas substâncias usadas para realçar o sabor dos alimentos, pois muitos trazem malefícios a nossa saúde.



É a cada vez mais comum encontrarmos vítimas da "síndrome do restaurante chinês", como são conhecidos os efeitos causados pelo maior vilão entre estas substâncias: o glutamato monossódico. Se você já sentiu dores de cabeça, queimação pelo corpo, coceira facial, transpiração em excesso, câimbra abdominal e tonteiras após a ingestão de uma comida típica do Oriente, fique alerta, pois provavelmente deve ter uma hipersensibilidade a este reagente.

Conhecido também por MSG (mono-sodic glutamat), ele é muito utilizado como potencializador de alimentos processados e pode ser facilmente encontrado em casa, pois além da culinária oriental, também é muito utilizado na indústria alimentícia em geral, principalmente em pratos prontos e nos temperos preparados do tipo "caldo", tanto em pó como em cubinhos.

Algumas pessoas simplesmente não metabolizam bem o MSG, que fica em excesso na circulação sanguínea, produzindo reação química que leva à dor de cabeça e aos outros sintomas citados anteriormente. Apesar de não causar danos graves, gera desconforto e grande sensação de mal-estar, que pode durar alguns dias enquanto não é expelido do organismo.

A substância já foi banida dos alimentos nos Estados Unidos por falta de estudos aprofundados e, por enquanto, é liberado aqui no Brasil sem restrições. Para evitá-la, a única maneira é sempre ler os rótulos para verificar se não há adição do mesmo, protegendo assim, a nossa saúde e a de nossa família.


*Dra. Sylvana Braga é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica em São Paulo.

Publicidade

Postado em 26/1/2009 8:52 por Aguinaldo Pettinati

Comedores compulsivos noturnos são conduzidos à geladeira por um sistema ligado ao estresse

Acredita-se no meio médico que o comedor compulsivo noturno, que acorda diversas vezes durante a noite para comer (cerca de 1% a 2% dos adultos em geral e um quarto das pessoas muito obesas), deve seu trânsito frequente entre cama e geladeira a uma desregulação do seu ritmo circadiano, o aparato do organismo que indica quando é hora de dormir e hora de acordar.

Mas uma pesquisa feita na Universidade de Tromso (Noruega) achou uma outra causa: os comedores noturnos seriam afetados pelo hormônio cortisol, motivados por uma desregulação do mesmo sistema que controla o estresse e que já foi relacionado a diversas outras anomalias alimentares, como a obesidade, a bulimia e a anorexia. Trata-se do chamado "eixo HPA" (sitema composto por hipotálamo e pelas glândulas pituitária e supra-renal).

O estudo, coordenado por Grethe S. Birketvedt e Johan Sundsfjord, entre outros, foi publicado na edição mais recente da revista American Journal of Physiology Endocrinology and Metabolism.
Para a pesquisa, foram monitoradas dez mulheres, sendo cinco saudáveis e cinco com desordem de fome noturna (que consumiam mais de 50% de seu alimento diário após as 20 horas e acordavam em média 3,2 vezes por noite para comer). Por uma semana, foi dado a todas elas um hormônio para estimular o eixo HPA, simulando um efeito causado por estresse, e colheram-se amostras de sangue.

Esperava-se que, como resposta à introdução do hormônio pelos pesquisadores, as mulheres pesquisadas deveriam apresentar uma redução da atividade do hormônio liberador de corticotropina (CRH). De fato, em todas essa reação aconteceu, mas foi bem menor entre as comedoras noturas (redução da atividade em 47%) do que entre as mulheres saudáveis (redução da atividade em 71%). Os pesquisadores concluíram que as mulheres com o distúrbio alimentar podem ter menor capacidade de responder a situações de estresse.

Postado em 30/12/2008 11:46 por Aguinaldo Pettinati

Pesquisa detecta excesso de gordura trans em Panetones

Teste feito pelo Idec em 51 produtos de 23 marcas encontrou grandes quantidades de gordura trans e saturadas. Em comparação à pesquisa realizada em 2007, 15 panetones acabaram com a gordura trans em sua composição.

Produtos com apelo infantil não seguem padrões nutricionais adequado às crianças.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) realizou uma pesquisa de rotulagem com panetones e chocotones de diversas marcas para avaliar a quantidade de gordura trans, gorduras saturadas e para comparar a quantidade de trans de acordo com produtos pesquisados no ano passado.

O chocotone da marca Roma é o que traz maior quantidade de gordura trans em uma fatia de 80 g: 2,9 gramas, ou seja, 0,9 gramas a mais do que um adulto poderia ingerir em um dia inteiro - segundo a Organização Mundial de Saúde que recomenda a ingestão de, no máximo, 2 gramas por dia.

33 produtos, ou 64,7% do total analisado informaram conter "0% de gordura trans". Em pesquisa semelhante realizada no ano passado, 10% dos fabricantes informavam conter "0% de trans".

Segundo o gerente de informação do Idec, Carlos Thadeu de Oliveira, "os produtos estão evoluindo, mas ainda trazem grandes quantidades de gorduras saturadas, que também não são benéficas em excesso. A pesquisa dmonstra que os fabricantes ainda podem melhorar bastante".

A gordura trans aumenta os níveis do colesterol ruim (LDL) e reduz o colesterol bom (HDL). Dessa maneira, eleva a probabilidade de doenças cardíacas e de ganho de peso.

Já o que tem maior quantidade de gordura saturada - que também é bastante prejudicial ao coração - é o panetone com gotas e recheio de chocolate Alpino, da Nestlé: 12 g, em uma porção de 80 g. Considerando a indicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o consumo diário de no máximo 22 gramas, se uma pessoa comer duas fatias de 80 gramas cada, já estaria ultrapassando a recomendação.

A pesquisa do Idec também avaliou alguns produtos destinados a crianças em que também foram encontradas quantidades superiores de gorduras. Sete dos panetones analisados são oferecidos em embalagens "monoporção", e quatro delas têm apelos ao consumidor infantil. O da marca Qualitá (Pão de Açúcar) traz o Bob Esponja estampado. Já o da Village traz o personagem Hanna-Barbera. O da Pullman tem a sua conhecida boneca Ana Maria, e o da Bauducco vem em uma lata com a figura de Papai Noel estampada.

Apesar do apelo infantil, os produtos não atendem às recomendações nutricionais infantis.Todos declaram "zero trans", porém os valores de gorduras total e saturada são bastante altos.

Para uma criança entre 4 e 6 anos, a quantidade de gorduras totais dos minichocotones da Bauducco chegam a 37,5%. Já a quantidade de saturadas do minipanetone com gotas de chocolate das marcas Montevérgine, Qualitá e Village chega a nada menos que 41,88% da recomendação diária.

Para essa idade, o máximo permitido pela Anvisa são 48 g de gordura total e 16 g de saturadas. Entre 7 e 10 anos, o limite é de 58 g e 19 g, respectivamente.

"Infelizmente, estamos assistindo a um bombardeio cada vez maior sobre as crianças, em todos os tipos de produtos e em todas as épocas do ano. Agora, os panetones entraram nesta mesma linha. Só que os produtos não são adaptados às suas necessidades nutricionais, são pouco saudáveis, embora atrativos", conclui Carlos Thadeu.