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Seção: Farmácia



21 post(s) publicado(s) em “Farmácia”.

Postado em 14/9/2009 14:42 por Aguinaldo Pettinati

Cirurgia plástica em adolescentes, necessidade ou vaidade?

O período da adolescência, de acordo com definição da OMS - Organização Mundial da Saúde), vai dos 10 aos 20 anos e compreende o período de transição entre a infância e a idade adulta. É um tempo marcado por diversas transformações corporais, hormonais e comportamentais - muitas adolescentes apresentam os primeiros sinais de insatisfação e dúvidas, principalmente, com o corpo, ainda mais numa sociedade onde existe uma busca desenfreada pela perfeição estética. O descontentamento com as características corporais tem impelido muitas garotas a buscarem na cirurgia plástica a solução para o seu 'problema'. De acordo com uma pesquisa DataFolha, feita para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica-SBCP, tem crescido a procura de cirurgias plásticas estéticas entre as adolescentes. Mas, qual o impacto dessa situação? Como os pais podem lidar com esse desejo de seus filhos?

"Entre os fatores que influenciam as adolescentes a recorrerem à cirurgia plástica estão a opinião de amigos e o padrão de beleza que é imposto, no dia-a-dia por desfiles de moda, novelas e campanhas publicitárias, levando essas garotas a desejarem ter um corpo perfeito", avalia Dr. Alan Landecker (CRM-SP 87.043), Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), membro da prestigiada International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e autor do livro Cirurgia Plástica - Manual do Paciente.

Mas se submeter a uma cirurgia plástica nesta fase é realmente uma necessidade física ou é pura vaidade, satisfação do ego? Na opinião do especialista é necessário avaliar o tipo de cirurgia que a adolescente deseja, idade, maturidade corporal e emocional, já que as cirurgias mais procuradas são mama, lipoaspiração, nariz e orelha.

Leia abaixo entrevista e confira as considerações do Dr. Alan Landecker sobre o assunto.

1- Quais os tipos de cirurgias plásticas mais procuradas pelas adolescentes?

Hoje, as mais requisitadas são de aumento e redução de mama, lipoaspiração para eliminar gorduras, principalmente da barriga, rinoplastia e otoplastia (orelhas em abano).

2- Destas, quais são indicadas para corrigir algum problema de saúde, e quais são para satisfazer a vaidade?

Somente a rinoplastia pode ser enquadrada como problema de saúde, porque ela corrige problemas funcionais que afetam a respiração do paciente. Eventualmente, a redução da mama é procurada por adolescentes com problemas de coluna.

3- Na sua opinião, quais fatores influenciam uma adolescente na procura de uma cirurgia plástica?

Esta é uma fase de construção da personalidade, na qual a auto-estima, a vontade e a necessidade de sentir-se bem são aspectos emocionais importantes e, praticamente, determinantes na decisão de se realizar uma cirurgia plástica, porque ela é um procedimento que realça alguma parte do corpo e, com isso, a auto-estima tende a crescer, proporcionando mais segurança. A adolescente espera se sentir mais confiante entre os amigos e frente aos garotos.

5- Quais os riscos de uma cirurgia plástica em pessoas com menos de 18 anos?

Os mesmos riscos eminentes de uma cirurgia: infecção, hemorragia, dentre outros fatores. Há também o risco adicional por expectativa não realista, e elas são causadas devido à personalidade em formação do adolescente. Por exemplo, a adolescente tem problemas de auto-imagem dificilmente ficará satisfeita com o resultado de uma plástica. O distúrbio psicológico precisa ser inicialmente tratado. É fundamental que a estrutura psicológica da adolescente esteja preparada para encarar e aceitar a mudança de imagem que a cirurgia irá proporcionar. Por isso, antes de qualquer decisão, o médico deve analisar se as expectativas são realistas e se a adolescente está saudável, física e emocionalmente.

6- No caso de uma adolescente com 15 anos que já foi obesa e deseja ter um corpo mais torneado, a qual tipo de cirurgia plástica ela pode se submeter ou é indicado aguardar a idade de 18/19 anos para a realização?

Ela precisa esperar até os 18 anos, porque ela está passando por uma fase de maturidade emocional e física. Este tempo serve para que ela amadureça a visão e o desejo do que realmente quer, além da proporcionar estabilidade de peso.

7- No caso de uma adolescente, com menos de 16 anos, querer colocar prótese mamária, porque tem mamas muito pequenas, ela corre algum risco de interferência na saúde, já que seu corpo ainda está em formação?

O ideal é aguardar o pleno amadurecimento do corpo e das glândulas mamárias, o que ocorre por volta dos 18 anos.

8- Qual conselho você daria a uma adolescente que deseja realizar uma cirurgia plástica somente para satisfazer o ego?

A plástica deve ser feita no momento em que há plena compreensão dos riscos, maturidade de personalidade para encarar as fases do procedimento, porque a preparação e o pós-operatório de qualquer cirurgia plástica exigem disciplina. Sem contar que a região a ser operada tem que estar em condições ideais, tem que ter uma indicação muito precisa para aquele determinado procedimento.

Postado em 18/8/2009 9:44 por Aguinaldo Pettinati

Pesquisa demonstra lesão cerebral após uso de ecstasy

Por Dr. Ricardo Teixeira*

Um estudo recém publicado pelo periódico Neurology, jornal oficial da Academia Americana de Neurologia, descreve a história de um homem e uma mulher de 25 anos de idade que apresentaram lesão cerebral após crises epilépticas desencadeadas pela ingestão de ecstasy.


O rapaz teve uma crise epiléptica cinco horas após o consumo de dois comprimidos de ecstasy e oito doses de álcool, crise que se repetiu no dia seguinte. A moça teve uma crise epiléptica após 11 horas do consumo de um comprimido de ecstasy e cinco doses de álcool. Ambos apresentaram evidências de lesão do hipocampo direito à ressonância magnética cerca de 48 horas após as crises que se mantiveram ao longo do tempo. Vale lembrar que os hipocampos são considerados uma das regiões mais importantes do cérebro, fortemente responsáveis pelo funcionamento de nossa memória.

Há algum tempo reconhece-se que os efeitos do ecstasy podem ir além da agitação psicomotora, ansiedade e hiperatividade. Já é bem demonstrado que o ecstasy pode causar crises epilépticas, mas é a primeira vez que se demonstra que as crises nesses casos podem chegar a provocar lesão cerebral. Chamou muito a atenção o fato das crises terem sido breves e ainda assim capazes de lesionar o cérebro, situação normalmente esperada em crises muito prolongadas.

Em diversos países, o ecstasy é a segunda droga ilegal mais utilizada, perdendo só para a maconha. Já dispomos de uma série de estudos experimentais que evidenciam que o ecstasy é tóxico aos neurônios, especialmente às ramificações de neurônios que produzem serotonina, neurotransmissor fortemente vinculado à regulação de funções como a memória e o humor. Entre humanos, mesmo em usuários leves da droga, já foi demonstrado redução do desempenho de memória verbal, além de alterações na estrutura da substância branca e na perfusão sanguínea e maturação cerebral. Podemos ver com isso que já é bem ultrapassado pensar no ecstasy como uma droga inocente à saúde do cérebro.

* Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB).

Postado em 30/7/2009 12:25 por Aguinaldo Pettinati

Hipotireoidismo, o que é?

O hipotiroidismo é uma condição resultante da diminuição de hormônios tireoidianos, resultando em uma desaceleração generalizada do metabolismo corporal. É freqüente a ocorrência de hipotireoidismo nas pessoas, podendo acometer do recém-nascido ao idoso.

Pessoas com a tireóide preguiçosa podem sentir-se cansadas e/ou deprimidas, ganhar peso inexplicavelmente, ter dor nas articulações e períodos menstruais irregulares e/ou problemas de fertilidade, reflexos lentos, queda de cabelo, pele ressecada, prisão de ventre, unhas quebradiças, perda de libido e outros. Doença cardíaca, psicose, e, até mesmo o coma, podem ser consequências de longo prazo.

Os sintomas variam de pessoa para pessoa e são comuns a outras doenças, o que significa que o diagnóstico correto pode deixar de ser feito. Se ficar sem tratamento, a doença pode levar a complicações mais sérias ou a problemas de saúde de longo prazo.

A Merck Serono amplia sua linha de genéricos e lança este mês com exclusividade a primeira levotiroxina sódica genérica do mercado. O medicamento é indicado para o tratamento do hipotireoidismo. Lançado nas versões de 25, 50, 75, 100, 125, 150, 175 e 200 mcg, com 30 comprimidos, trata-se de uma alternativa 35% mais econômica do que o medicamento referência. O registro do medicamento no Ministério da Saúde é M.S 10089.0355

A levotiroxina é contraindicada em casos de infarto recente do miocárdio e os hormônios tireoidianos podem potencializar os efeitos de anticoagulantes. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.
Mais informações no Serviço de Atendimento ao Consumidor da Merck Serono no telefone 0800 727 7293 ou no site www.merckgenericos.com.br.

Postado em 27/7/2009 6:30 por Aguinaldo Pettinati

Primeiro moderador de apetite fitoterápico patenteado do Brasil

Attivos Magisttrais disponibiliza para todas as farmácias de manipulação do Rio de Janeiro o primeiro moderador de apetite fitoterápico patenteado do mercado brasileiro para auxílio na perda de peso. Trata-se do KOUBO um extrato da cactácea Cereus sp com ação na redução do apetite, principalmente, doces, e controle do peso. Estudos científicos e testes laboratoriais, realizados pelo Grupo Pharmacopéia CIL (Brasil) constatou que o KOUBO possui propriedades importantíssimas no processo de emagrecimento. Verificou-se que o extrato da fruta, ingerida em cápsulas, diminui a vontade de comer doces e atua como moderador natural de apetite, devido sua propriedade sacietogênica (aumenta a sensação de saciedade). O KOUBO - ''o doce que emagrece'' ainda favorece a quebra e a eliminação de moléculas de gorduras localizadas. KOUBO tornou-se um potente extrato natural moderador de apetite e auxiliador no processo de emagrecimento que sacia a fome e, principalmente, diminui a vontade de comer doces.



Conheça o KOUBO: o doce que emagrece
KOUBO é o extrato da cactácea Cereus sp com ação na redução do apetite, principalmente doces, e controle do peso

Conhecido como o ''doce do deserto'' o KOUBO é uma suculenta e deliciosa fruta muito popular no agreste brasileiro, utilizada amplamente na culinária do norte e nordeste do país em preparações doces, como compotas e geléias.

Estudos científicos e testes laboratoriais, realizados pelo Grupo Pharmacopéia CIL (Brasil) constatou que o KOUBO possui propriedades importantíssimas no processo de emagrecimento. Verificou-se que o extrato da fruta, ingerida em cápsulas, diminui a vontade de comer doces e atua como moderador natural de apetite, devido sua propriedade sacietogênica (aumenta a sensação de saciedade). O KOUBO - ''o doce que emagrece'' ainda favorece a quebra e a eliminação de moléculas de gorduras localizadas.

KOUBO tornou-se um potente extrato natural moderador de apetite e auxiliador no processo de emagrecimento que sacia a fome e, principalmente, diminui a vontade de comer doces.


Perguntas e respostas sobre KOUBO, por Fernando Luna - diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pharmacopéia CIL (Brasil)


A fruta KOUBO pode ser consumida in natura ?
A fruta é uma delicia, porém o KOUBO é um extrato balanceado, entre diversas partes da planta (flor, fruta e caule) e, por isso, suas propriedades e funcionalidade emagrecedora vem da utilização do extrato encapsulado.

As cápsulas de KOUBO têm a certificação da ANVISA ?

O KOUBO é um extrato da planta e, por isso, precisa ser manipulado antes de ser tomado. Quem prescreve a receita é o médico, para a farmácia de manipulação, que estão autorizados pela ANVISA a prescrever e aviar.

Qualquer pessoa pode consumí-la ?

Devido sua propriedade hiperglicemiante, KOUBO não deve ser utilizado em pessoas com diabetes. O KOUBO deve ser manipulado mediante prescrição e quantidade médica.

Onde encontrá-las ?

Nas melhores farmácias de manipulação do Rio de Janeiro.

Como o KOUBO diminui o apetite ? Tem alguma substância responsável por isso ?

O KOUBO é rico numa série de substâncias, dos quais, podemos citar; os responsáveis pela moderação do apetite (tiramina), redutor de medidas e queima de gorduras (n-metiltiramina), redutor de colesterol-LDL (omega 6 e 9), diurético (betalaina e indicaxantina) e antioxidante (vitamina c).

Como o KOUBO favorece a eliminação de gordura?

O KOUBO ativa um hormônio do nosso organismo, chamado GLUCAGON, que é responsável pela disponibilização da energia armazenada no corpo, em outras palavras, o KOUBO estimula o seu organismo a utilizar suas próprias reservas energéticas (açúcares e gorduras) além de inibir o apetite, principalmente, a vontade de comer doces.


RESUMO DA PATENTE - KOUBO ''o doce que emagrece''
KOUBO - o primeiro ativo emagrecedor natural com patente brasileira
... Foi dada entrada no INPI(Instituto Nacional de Propriedade Industrial) a primeira patente de um fitoterápico genuinamente brasileiro para dietas para a perda de peso. O produto se chama KOUBO e a carta patente foi solicitada pelo pesquisador, Fernando Luna, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pharmacopéia CIL (Brasil). O KOUBO é uma cactácea com atividade nutracêutica sinérgica as dietas que visam a perda de peso.

Durante cinco anos, a equipe de pesquisas e novas tecnologias do Grupo Pharmacopéia se dedicou em pesquisas, estudos e testes para comprovar as propriedades emagrecedoras desta planta brasileira do gênero cactos Cereus sp, o KOUBO. A patente e a marca registrada no INPI forma concedidos para proteção contra pirataria e falsos produtos fitoterápicos.

O lançamento oficial do KOUBO aconteceu no Congresso Internacional de Cosmética (CONSULFARMA) nos dias 8 a 10 de julho de 2009, no Centro de Convenções do Frei Caneca, em São Paulo.

A divisão Attivos Magisttrais, do grupo Pharmacopéia, tem a exclusividade de comercialização e distribuição do KOUBO para todo o mercado brasileiro e exportação. O KOUBO é exportado para todo o mundo com fins nutracêuticos.


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Postado em 17/7/2009 13:50 por Aguinaldo Pettinati

Medicações contra colesterol são boas até para quem tem colesterol normal

Por Dr. Ricardo Teixeira

Há um tempo atrás, a prevenção das doenças cardiovasculares era feita mais ou menos assim: se a pessoa tivesse pressão alta tomava remédio para pressão; se tivesse diabetes tomava remédio para diabetes; se tivesse colesterol alto, tomava remédio para colesterol. E é claro, dieta saudável, atividade física regular e cigarro nem no pensamento. Entretanto, de um tempo para cá, essa lógica tem mudado, pois tem sido demonstrado que muitas dessas medicações são mais polivalentes do que se imaginava inicialmente. As medicações que melhor exemplificam esse fenômeno são as estatinas, desenvolvidas pra redução dos níveis de colesterol.



Já é bem reconhecido que as estatinas reduzem o risco de eventos vasculares como o derrame cerebral e o infarto do coração não só em pacientes com altos índices de colesterol, mas também em portadores de diabetes e em quem já teve um desses eventos vasculares (prevenção secundária). Além disso, recentemente, um importante estudo demonstrou que essa classe de medicação pode reduzir o risco de eventos vasculares mesmo em pacientes sem diabetes ou colesterol alto, mas que apresentam níveis elevados de Proteína C-Reativa de alta sensibilidade no sangue. Já era sabido que índices altos desse marcador estão associados a um maior nível de aterosclerose, maior risco de infarto no coração e derrame cerebral.

Um estudo recém-publicado pelo British Medical Journal reuniu as principais pesquisas realizadas até então sobre o assunto e concluiu que as estatinas são medicações que realmente são capazes de reduzir o risco de um primeiro evento vascular em indivíduos com fatores de risco (ex: hipertensão arterial, diabetes), o que é chamado de prevenção primária. A análise envolveu dez estudos e mais de 70 mil indivíduos e demonstrou que o uso de estatina foi capaz de reduzir o risco de infarto do coração em 30%, o risco de derrame cerebral em 19%, e redução da mortalidade em 12%. Além disso, o estudo demonstrou que o uso da medicação a longo prazo não está associado ao aumento do risco de câncer.

O atual corpo de evidências aponta que indivíduos que apresentam fatores de risco vascular como o diabetes e a hipertensão arterial podem se beneficiar do uso das estatinas, especialmente aqueles com mais de 65 anos de idade. E esse benefício existe mesmo que o indivíduo não tenha problemas com seus níveis de colesterol.

Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp e atualmente dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) .

Postado em 2/7/2009 19:00 por Aguinaldo Pettinati

19 frutas em um gole

O inverno chegou e junto com ele vem a preocupação de achar uma maneira prática e gostosa de manter os hábitos saudáveis, a ingestão de uma dieta equilibrada e a prática de atividade física regular. É nessa estação que as pessoas costumam se entregar às guloseimas e à preguiça, o que causa um tremendo transtorno na próxima estação. O consumo de frutas é o mais afetado, já que o preparo para ingeri-las costuma dar trabalho e não apetecem o paladar durante o inverno.

Pensando na praticidade e nos benefícios do consumo de frutas, uma ótima opção é o MonaVie Original, uma bebida composta por 19 frutas, entre elas, açaí, acerola, cupuaçu, blueberry, cranberry e romã. MonaVie Original é uma maneira inteligente e conveniente de saborear o melhor das frutas, além de ser uma adição perfeita para uma dieta balanceada.

A combinação de frutas traz para o dia-a-dia do brasileiro uma alternativa saudável e muito diferente das opções que já existem no mercado. As frutas que compõem a fórmula exclusiva da bebida foram escolhidas por suas qualidades únicas, que aliadas resultam em uma deliciosa bebida que aguça os sentidos.

MonaVie Original promove o contato com a natureza dos ingredientes, deixando aquele gostinho de fruta fresca na boca. A bebida é rica em vitamina C e não tem adição de açúcar ou adoçantes artificiais. Por isso pode ser combinada com os mais variados tipos de alimentos e consumida a qualquer hora do dia, quantas vezes o consumidor desejar.

A inclusão do açaí é um dos principais diferenciais da bebida. Na composição do blend, é utilizada a combinação do purê de açaí com o exclusivo pó de açaí, obtido pela tecnologia freeze-drying. Esse processo, que consiste na desidratação a frio da fruta, diferente da desidratação por calor, utilizada tradicionalmente, inibe a perda de sabor e nutrientes, preservando, assim, as propriedades naturais do açaí.

MonaVie
www.monavie.com.br


Postado em 8/6/2009 8:54 por Aguinaldo Pettinati

Análise encontra substância em amendoim que pode dar câncer

Nas festas juninas o amendoim é ingrediente certo, por isso a PRO TESTE Associação de Consumidores avaliou oito marcas do japonês e cinco do produto cru para descobrir as melhores opções e as que se devem evitar. Foram encontrados altos teores de aflatoxina em um amendoim cru (Kisabor). Também se constatou erro de classificação vegetal em um dos produtos testados: o Nippon, que tem padrão de qualidade abaixo da que diz ter. Porém, entre as demais marcas, há boas opções.

O nível de contaminação verificado é dez vezes maior do que a lei brasileira permite. O problema não se repetiu em outros lotes testados do mesmo produto, mas o fato de haver um lote com um nível tão alto de contaminação é motivo para muita preocupação.

A PRO TESTE solicitou à agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Ministério da Agricultura a interdição e o recolhimento do mercado do lote 03073 do amendoim cru da Kisabor. A Agência prometeu que vai tomar providências.

A aflatoxina é uma toxina proveniente de fungos. Ela é perigosa para a saúde e potencialmente cancerígena. A substância tem efeito cumulativo no organismo e, quando consumida em doses elevadas, pode causar sérios danos à saúde, como cirrose, hepatite B e hemorragia nos rins. Na gravidez, a aflatoxina pode causar mutações no feto.

A legislação caracteriza, corretamente, os produtos com aflatoxina em excesso como impróprios para o consumo. Mas, com base no que a PRO TESTE encontrou, fica claro que há falhas no controle dos produtos comercializados no Brasil.

O controle e a fiscalização desse tipo de problema precisam ser rígidos. Em 2007 a União Europeia intensificou o controle sobre os amendoins e seus derivados originários do Brasil devido ao risco de contaminação por aflatoxina.

Não é a primeira vez que a PRO TESTE encontra aflatoxina em produtos com amendoins como ingrediente. Num teste de paçocas, divulgado em maio de 2004, encontrou duas marcas com contaminação por aflatoxina. Na ocasião, também foram alertadas as autoridades e nada foi feito. Desta vez, o cenário parece ser outro.

No amendoim japonês foi constatado que os produtos não apresentam excesso de sal. Nenhum chega a ultrapassar 15% do limite diário de consumo para um adulto - o que é aceitável para um lanchinho.

As marcas testadas foram Agtal; Chinezinho; Dori; Dr. Oetker; Hikari; Iracema; kisabor; Mendorat; yoki e Nippon. A avaliação completa está na revista PRO TESTE de junho que é distribuída exclusivamente aos associados da entidade e, no site www.proteste.org.br.


Postado em 23/4/2009 9:09 por Aguinaldo Pettinati

Quanto valem as hortaliças?

Tomate, alface, cenoura, cebola, pimentões, pepinos, abóboras e tantas outras hortaliças compõem o prato dos brasileiros. Mesmo assim, o consumo é ainda muito baixo: estima-se 30 kg por pessoa por ano contra mais de 100 kg por pessoa por ano na Europa e Ásia. O baixo consumo tem reflexos na saúde. Muitas doenças poderiam ser evitadas consumindo as diferentes vitaminas, sais minerais e outros nutrientes expressos por meio das suas mais variadas cores. Muitas ajudam no combate a obesidade e as doenças derivadas dela, como pressão alta e diabetes; doenças cardiovasculares, câncer, etc. Nutricionistas pelo país afora tem informado sobre os benefícios à saúde. A obesidade, por exemplo, já traz problemas para o brasileiro, que consome três vezes menos hortaliças e frutas ao dia do que as 400 g por pessoa por dia recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. A expectativa é que com a mudança da dieta alimentar do consumidor brasileiro, que já começou a reduzir a ingestão de produtos calóricos, substituindo-os por dieta mais ricas em fibras, vitaminas, sais minerais, todos facilmente encontrados em hortaliças (verduras e legumes) e frutas, haja a diminuição da doença. A adoção desta dieta pode reduzir as mortes devido a câncer na ordem de .20%, segundo o Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer. Para contribuir com a alteração deste panorama, várias iniciativas têm sido adotadas com o objetivo de aumentar o consumo de hortaliças e frutas pelos Ministérios da Saúde, Educação e Agricultura, câmaras setoriais e diversas entidades em diferentes setores.

Associações, pesquisadores, institutos, câmaras setoriais têm desenvolvido e colocado em prática projetos para incentivo ao consumo. Desde o início da cadeia produtiva de hortaliças, estes mesmos profissionais tem atuado para esclarecer e orientar produtores em temas tão diversos, que vão desde técnicas de manejo e gerenciamento da produção, como a importância da adequação às normativas que envolvem o segmento. O setor também atua em tornar tais legislações mais coerentes e de fácil aplicação. Trabalham ainda para suprir lacunas em assistência técnica, oferecendo treinamento em boas práticas agrícolas, como a aplicação correta e segura de defensivos, já que a principal dificuldade enfrentada é o pequeno leque de produtos agroquímicos registrados e autorizados para o uso em hortaliças. Nesse sentido, o setor tem trabalhando assiduamente na viabilização do registro dos produtos atualmente empregados pelos produtores, o que poderia evitar resultados como os divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 17 de abril passado.

Com relação a tais resultados, toxicologistas e pesquisadores avaliam a divulgação da Agência como válida para monitorar a produção de certas hortaliças e legumes; porém, não deve refletir na queda do consumo de tais produtos, já que os pesticidas geralmente empregados não têm efeito cumulativo. É importante que a população esteja alerta sobre os resíduos possivelmente presentes nas hortaliças e legumes; porém, os consumidores também devem ser orientados sobre a melhor maneira de consumir tais produtos. Não se deve deixar de comê-los, já que os riscos que as presenças dessas quantidades de resíduos significam são muito menores que os riscos que uma pessoa corre se deixar de se alimentar corretamente. Deve-se apenas higienizar bem os produtos, com água e sabão.

Além disso, outro importante avanço verificado nos últimos anos para garantir a segurança alimentar é a rastreabilidade implantada pelas grandes redes de varejo, garantindo a origem dos produtos e também a certificação das boas práticas agrícolas aplicadas ao longo do ciclo produtivo, no controle de pragas e doenças.

É importante ressaltar que o mercado de hortaliças é altamente diversificado, com mais de 80 espécies e uma grande segmentação, devido a diferentes tipos de produtos. Reúne mais de 700 mil produtores, que geram cerca de quatro a seis empregos diretos por hectare e perto de 3 milhões de empregos diretos.

Mesmo diante das últimas notícias apresentadas pela mídia envolvendo a Anvisa e os pimentões, tomates, cenouras e outros vegetais, o consumo de legumes e hortaliças continua sendo demasiado importante, já que seus benefícios são imensuráveis ao país e aos consumidores, gerando emprego e renda, além de saúde para todos nós.

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Postado em 8/1/2009 9:47 por Aguinaldo Pettinati

Estudo valida alimentos como complemento à quimioterapia

A apigenina - que pode ser encontrada em frutas e legumes - acaba de ganhar função reconhecida no complemento à quimioterapia. É que a substância potencializa a ação da proteína p53, que desempenha importante papel na resposta celular, reforçando a ação do tratamento medicamentoso do câncer. A afirmativa vem de estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia, em Riverside (EUA).



"A quimioterapia tem o objetivo de combater as células cancerígenas, mas a resposta é própria de cada paciente. Dessa forma, todas as medidas que reforcem o tratamento são bem-vindas, desde que cientificamente validadas. É importante ainda compreender que até o momento não há tratamento substituto para a quimioterapia, apenas complementar", destaca o oncologista Murilo Buso, diretor do Centro de Câncer de Brasília. O médico lembra que a apigenina é encontrada na maçã, na uva, na cereja, na alcachofra, no manjericão, no aipo e nas nozes, entre outros alimentos.

EVIDÊNCIAS NA PREVENÇÃO

Enquanto pesquisas começam a atestar a função da nutrição no combate ao câncer, seu papel na prevenção já está mais que confirmado. A conservação, o preparo e a quantidade dos alimentos consumidos são fatores diretamente ligados à incidência da doença. Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para surgir, se multiplicar e se disseminar - especialmente aqueles ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, entre outros.

Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos, como os nitritos e nitratos usados para conservar picles, salsichas, outros embutidos e alguns tipos de enlatados. Tais substâncias transformam-se em nitrosaminas no estômago e essas, por sua vez, têm ação carcinogênica potente. Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro. Os alimentos preservados em sal - carne-de-sol, charque e peixes salgados - também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago.

O tipo de preparo também influencia os riscos de câncer. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e de reto. "Alimentos que facilitam a digestão, dividir as refeições em pequenas porções e evitar alimentos gordurosos são dicas importantes para quem passa pelo tratamento quimioterápico e para quem pretende seguir hábitos saudáveis ao organismo", orienta Dr. Buso.

Postado em 10/12/2008 15:57 por Aguinaldo Pettinati

Leite de cabra pode combater doenças, diz pesquisa

Pesquisadores da Embrapa Caprinos e Ovinos, em Sobral, CE, desenharam uma estratégia para aumentar o teor de ácido linoléico conjugado (CLA) no leite de cabra. As pesquisas mostram que esse ácido graxo, produzido naturalmente por ruminantes, pode ajudar a reduzir os índices de colesterol e glicose no sangue. A iniciativa faz parte do projeto Alimentos Funcionais da Embrapa.



De acordo com o pesquisador Marco Bomfim, da Embrapa Caprinos e Ovinos, o trabalho começa com a mudança na dieta dos animais. Um grupo de cabras está sendo alimentada com uma ração composta por óleo de soja e forragem verde. Com isso, o leite rico em nutrientes ganha também moléculas com potencial funcional.

A etapa seguinte é comprovar os efeitos funcionais. Pesquisadores em nutrição humana e biomedicina das Universidades Federais de Pernambuco, da Paraíba e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro vão submeter camundongos normais e outros com altos índices de colesterol e glicose no sangue a uma dieta com a gordura de leite de cabra enriquecido com CLA. "Os resultados poderão indicar em qual medida o enriquecimento do leite com CLA poderá contribuir para a melhoria da dieta da população", explicou Bomfim.

Em Sobral (CE), os pesquisadores constataram o ganho de CLA no leite numa estação experimental. Agora, o desempenho será verificado em escala maior graças a parceria com a Caprilat, uma indústria de laticínios de Nova Fribrugo, cidade que fica numa região do Rio Janeiro conhecida pela criação de caprinos e ovinos.

Depois de duas semanas de testes em Nova Friburgo, os pesquisadores coletarão amostras de leite neste final de semana para separação da gordura que entrará na composição de rações experimentais para ratos.

Bomfim integra a equipe do Projeto Alimentos Funcionais da Embrapa que estará reunida no Rio de Janeiro até quinta (11) para discutir o andamento das atividades que envolvem pesquisas com substâncias antioxidantes em frutas, fibras contidas em verduras e legumes e ácidos graxos de sementes, leite e peixes.

Para a pesquisadora Sonia Couri, da Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro-RJ) que divide a liderança do projeto com a pesquisadora Damares Monte, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF), este encontro é importante para avaliar os avanços do projeto em 2008 e planejar as atividades de 2009.