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Seção: Emocional Diet



28 post(s) publicado(s) em “Emocional Diet”.

Postado em 29/5/2009 15:05 por Aguinaldo Pettinati

Vinhoterapia previne envelhecimento e reduz medidas

Tudo se inicou na França, que lançou a termogênese - técnica que consiste em aplicar em todo o corpo, vinho quente misturado a outras substâncias. Uma fonte térmica externa obriga o organismo a aquecer internamente para se harmonizar com o exterior e dizem que esse processo acaba queimando as gordurinhas e reduzindo medidas.

A polpa da uva fresca de Sauvignon e Merlot é utilizada em massagens de relaxamento. Já a massagem com vinho Cabernet remove da pele as células mortas e a aplicação de um vinho gran reserva dá vitalidade à pele. Também são feitas máscaras com casca de uvas tintas e óleo de semente de uva para reduzir as rugas e a hidromassagem com extrato de uvas e algas marinhas para estimular a circulação.

A vinhoterapia se baseia nos benefícios dos polifenóis, substâncias presentes na casca da uva e que são 10 mil vezes mais eficazes que a vitamina E, podendo reduzir em até 85% os famosos radicais livres causadores de rugas. Os polifenóis são antioxidantes que também hidratam e revitalizam a pele, removem células mortas, deslocam placas de gordura e aceleram o emagrecimento.

Vão de cremes à base de uvas malbec a perfumes elaborados com champagne. A vinhoterapia previne o envelhecimento das células, hidrata a pele e tonifica os músculos.

A Deep Laser, clínica estética localizada nos Jardins, São Paulo, oferece vários tratamentos á base de uvas. O banho de ofurô é o mais procurado. Meia hora antes é feita uma esfoliação. O banho dura trinta minutos e logo após a saída, a pele já sente os benefícios.

Outro tratamento que usa a vinhoterapia como base são as massagens com cremes à base de uvas, que combatem e previnem o envelhecimento e dão mais firmeza a pele.

Cada uva contém vitaminas A,C e várias do complexo B, que retarda o envelhecimento, elimina toxinas e ajuda na regeneração do fígado -, ferro - que serve para evitar a anemia - tartaratos e sulfato de potássio, que faz bem para os rins.

Alguns especialistas vão mais longe e afirmam que as propriedades da uva ajudam a estabilizar as fibras sobre as artérias e reduzem o risco de câncer.

Mais informações através do site www.deeplaser.com.br

Postado em 22/5/2009 10:05 por Aguinaldo Pettinati

Nutricionistas orientarão consumidores nas feiras de SP

O Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) - 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) realiza a Campanha das Feiras Livres, na capital paulista, em parceria com a Prefeitura da Cidade de São Paulo.



Uma equipe do CRN composta por uma nutricionista e estudantes do quarto ano do curso de nutrição vai orientar a população sobre o consumo de frutas, verduras e legumes, através de um calendário das safras, além de dar dicas de manipulação e armazenamento dos alimentos e receitas com partes não convencionais dos alimentos.

A campanha vai acontecer durante os meses de maio, junho e julho. Na semana de 26 a 29, a equipe do CRN estará presente nas feiras realizadas nos seguintes endereços: Rua Marcos Lopes, Vila Nova Conceição (26/3ª Feira); Av. Bentevi, Indianópolis (27/4ª Feira); Rua Coronel Lisboa, Vila Clementino (28/5ª Feira) e Rua José Maria Witaker (6ª Feira 29/ Saúde)

Postado em 8/5/2009 8:05 por Aguinaldo Pettinati

Banana para saúde e os cabelos

Há um velho ditado brasileiro que diz: "Uma banana por dia mantém o médico à distância". Essa é a pura verdade! A fruta tem inúmeros nutrientes, entre eles, grande quantidade de potássio que renova as forças da saúde e da beleza.


Receita de beleza
Para amaciar os cabelos secos
Amasse uma banana-prata e peneire até formar um creme. Acrescente 1 col. (café) de vaselina e misture bem. Aplique nos cabelos limpos e secos. Deixe agir por 30 minutos e enxágue.

Postado em 27/4/2009 1:01 por Aguinaldo Pettinati

Chiclete sem açúcar pode ajudar na redução de peso

Cientistas do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington, em Lousiana (EUA) descobriram que pessoas que mascam chicletes sem açúcar regularmente consomem menos guloseimas, portanto, têm uma ingestão menor de calorias. O estudo foi apresentado para o meio científico no último dia 19, no Encontro de Biologia Experimental que ocorreu em Nova Orleans.

A apresentação, feita pela cientista dra. Paula J. Geiselman, chefe do departamento de Saúde da Mulher e Comportamento Alimentar de Pennington, é parte do programa científico da Sociedade Americana de Nutrição. Outros estudos, feitos anteriormente, já mostravam que o consumo de gomas de mascar sem açúcar está diretamente associado a uma diminuição no consumo de guloseimas. O que diferencia este estudo das pesquisas prévias é a análise do teor nutricional dos alimentos escolhidos pelos voluntários após mascarem chicletes sem açúcar.

O estudo envolveu 115 voluntários -entre homens e mulheres- com idade entre 18 e 54 anos. Os voluntários faziam duas visitas por dia ao laboratório: uma para testar seu apetite ao mascarem chiclete, e outra, para quando não tinham consumido o produto. No início de cada visita, eles faziam um lanche -cujo teor nutricional era equivalente a um quarto da ingestão de calorias necessárias para um dia. Depois, permaneciam por cerca de três horas no laboratório.

Em uma das visitas que faziam, os visitantes, após lanchar, tinham que mascar chiclete sem açúcar por 15 minutos a cada hora. Na segunda visita, não consumiam gomas de mascar após o lanche. Após três horas da última refeição, os cientistas ofereciam alimentos variados, entre eles guloseimas com altos teores de açúcares e compostas por carboidratos complexos (presente em alimentos como pães, massas, entre outros), e alimentos com altos e baixos níveis de gordura. Os voluntários podiam comer o quanto queriam dos alimentos que escolhessem.

Resultado

Após os testes, os voluntários preencheram questionários que avaliaram sua auto-percepção em relação à sensação de fome, ao desejo de consumir guloseimas, bem como o nível de energia física.

Os resultados demonstraram que, nos testes que incluíram o consumo das gomas sem açúcar, os voluntários reportaram um diminuição com relação à sensação de fome e desejo por doces. Também disseram sentir que seu nível de energia se manteve o mesmo durante a tarde, e ficaram menos sonolentos.

De acordo com Paula, "em geral, a pesquisa demonstra o potencial dos chicletes sem açúcar como uma ferramenta para controle do apetite, redução da ingestão de guloseimas entre as refeições, e controle do peso".

A avaliação final demonstrou que os participantes deixaram de ingerir cerca de 40 calorias provindas de guloseimas em geral, e 60 calorias provindas de alimentos com açúcar. "Mesmo a diminuição da ingestão de uma pequena quantidade de calorias tem um impacto significativo a longo prazo",

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Postado em 14/4/2009 5:37 por Aguinaldo Pettinati

Indústria do tabaco x alimentos

Dr. Ricardo Teixeira

No começo da década de 50, evidências da associação entre o tabagismo e câncer de pulmão já começavam a aparecer, causando redução significativa nas vendas de cigarro nos EUA. Em 1953, as lideranças das principais indústrias de cigarro se encontraram secretamente na cidade de Nova Iorque e decidiram disparar um informe publicitário em 48 diferentes jornais para contornar as más notícias: "O interesse na saúde das pessoas é uma responsabilidade básica, assim como qualquer outra dimensão de nosso negócio". Prometiam ainda: "Temos cooperado e sempre estaremos cooperando para a salvaguarda da saúde pública". Nas décadas de 60 e 70 continuaram com um mantra que não tinha muito apego à verdade: "Ainda não há provas de que o cigarro cause câncer".

A obesidade é uma pandemia que está lado a lado com o tabagismo como um dos maiores problemas de saúde pública em todo o mundo. O cerco à indústria alimentícia tem ficado mais apertado e hoje podemos observar restrições à propaganda e aumento dos impostos de alimentos considerados não saudáveis, assim como escolas que têm proibido a venda de refrigerantes, biscoitos e salgadinhos industrializados. Em resposta, atitudes defensivas por parte da indústria de alimentos têm sido observadas. Recentemente a Austrália exigiu que a Coca-Cola publicasse nos jornais uma correção do conteúdo de campanha publicitária que dizia que muito do que se fala da bebida é mito. A peça publicitária incluía uma atriz famosa dizendo que o consumo de coca-cola é seguro para crianças, que não contém cafeína e que é mentira que causa cáries ou que engorda. A Coca-Cola acatou a exigência, mas jogou o problema para os consumidores: "Coca-cola contém calorias sim, tem conteúdo ácido sim, mas é de responsabilidade do consumidor regular o seu consumo". Ainda nesse ano, moradores da Califórnia nos EUA moveram uma ação contra a mesma Coca-Cola após anúncios de sua água "vitaminada" (vitaminwater) prometendo que ela seria capaz de melhorar a força física por contribuir com a integridade estrutural do sistema músculo-esquelético.

Se a indústria de alimentos quiser manter a confiança dos consumidores, muitas ações poderiam estar sendo implantadas, a começar pela eliminação de campanhas publicitárias enganosas. Deveria também evitar publicidade dirigida às crianças de alimentos sem vantagens nutricionais e informar nos rótulos dos alimentos o conteúdo nutricional de forma mais clara possível. Milhões de mortes poderiam ter sido evitadas se a indústria tabagista tivesse sido honesta já na década de 50 e espera-se que a tragédia sirva de aprendizado para que a sociedade civil e os órgãos regulatórios do governo sejam mais ágeis em cobrar transparência e integridade da indústria alimentícia.

:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB)

Postado em 8/4/2009 8:46 por Aguinaldo Pettinati

Diabéticos também podem comer chocolate na Páscoa

No período da Páscoa, não há quem resista a pelo menos um pedacinho de chocolate. A boa notícia é que mesmo quem tem diabetes pode apreciar o famoso derivado do cacau. "O consumo deve ser sempre consciente, pois o chocolate apresenta grande quantidade de calorias, uma vez que une açúcares e gordura saturada", alerta o endocrinologista Reginaldo Albuquerque, do Pasteur Medicina Diagnóstica/DASA.


O segredo para o diabético é descobrir quantos carboidratos pode consumir por dia. A contagem depende de algumas variáveis, como peso, altura, idade, sexo e prática de atividades físicas. A partir dessa tabela, que deve ser fornecida por um endocrinologista após análise individual, o paciente deve analisar a composição nutricional dos produtos que consome para fazer o cálculo.

De acordo com Reginaldo, o máximo de chocolate recomendável por dia para uma pessoa sem diabetes é de 25 a 30 gramas - o que equivale a um tablete pequeno. Automaticamente, o aceitável para diabéticos é bem menos que isso. "O ideal é substituir um alimento por outro, observando a contagem de carboidratos. Além disso, é importante fazer a glicemia capilar e, se necessário, utilizar a insulina ultrarrápida - que age em cerca de 20 minutos", afirma o especialista.

O médico conta ainda que não é recomendado o consumo de chocolate diet. Segundo ele, os produtos diet só substituem um componente por outro - no caso do chocolate, sai o açúcar e entra uma quantidade maior de gordura saturada. Já os chocolates light trazem uma quantidade menor de açúcares, mas nem sempre têm o mesmo sabor do normal. "Para quem é apaixonado pelo doce, vale fazer a contagem e consumir pelo menos um pouco. Ainda mais na Páscoa, quando a tentação é maior", avalia Reginaldo.

Para os consumidores compulsivos do produto e que pretendem abusar nesta Páscoa, a indicação é que sejam realizados exames periódicos para avaliação da glicose, colesterol e pressão arterial. Um médico deve ser procurado para analisar os resultados e conceder um diagnóstico preciso sobre as quantidades adequadas a cada organismo.

Postado em 7/4/2009 7:56 por Aguinaldo Pettinati

Chocolate amargo protege o coração

A ingestão de, no máximo, 30g diárias da versão amarga do doce contém substâncias também encontradas no vinho tinto e contribuem para a prevenção de doenças cardíacas

Docinho para o meio da tarde, após as refeições ou até mesmo para afogar as mágoas de um dia exaustivo, o chocolate é uma das preferências no mundo das guloseimas. Há quem evite seu consumo durante todo o ano, mas aproveita a Páscoa para se esbaldar na tentação. Mas afinal, é possível achar benefícios no consumo do chocolate?

Segundo o Dr. Frederico G. Marchisotti, endocrinologista do Lavoisier Medicina Diagnóstica/ DASA, a versão chocolate amargo, que não contém leite e tem maior quantidade de cacau que os outros, apresenta flavanóides, substâncias também encontradas no vinho tinto, e que são consideradas "protetores cardíacos". Ou seja, os flavanóides estão relacionados à redução de eventos cardiovasculares como infarto e AVC.

"Além dos benefícios cardíacos que o consumo consciente pode acarretar, o chocolate nos dá uma sensação de prazer, pois estimula liberação de serotonina, mesma substância incitada em emoções positivas. Por ser bastante calórico, também é considerado uma fonte de energia. Fatores estimulantes como ingredientes que se assemelham à cafeína e pequena quantidade da mesma também são encontrados no chocolate, além de substâncias que podem ativar receptores canabinóides, que acarretam sensações de sensibilidade e euforia", acrescenta Dr. Frederico.

No entanto, o endocrinologista alerta que, se consumido em grandes quantidades, o chocolate, pelo teor de gordura em sua composição, pode piorar a saúde cardiovascular e provocar problemas futuros no organismo. "O ideal é que se coma até 30g por dia, mais do que isso, pode ser prejudicial", afirma o médico.

Ganho de peso, diarréia, outros problemas intestinais, desnutrição (pela troca de alimentos ricos em vitaminas e sais minerais), são alguns dos efeitos do excesso de consumo de chocolate, portanto é importante estar atento ao consumo em exagero. "Vale ressaltar que os chocolates dietéticos não possuem menos calorias. Essa especificação do produto contém apenas menos açúcar e em determinadas fórmulas pode disponibilizar ainda mais valores calóricos que a versão comum.

Para aqueles consumidores compulsivos de chocolate e que pretendem abusar nesta Páscoa, o Dr. Frederico alerta que sejam realizados exames periódicos para avaliação da glicose, colesterol e pressão arterial. "Um especialista deve ser procurado para analisar os resultados e conceder um diagnóstico seguro sobre a sua saúde", conclui o endocrinologista.


Postado em 13/3/2009 10:28 por Aguinaldo Pettinati

Benefícios e malefícios do chocolate

O chocolate é um produto de sabor muito agradável, rico em gordura, carboidratos e muitas calorias. Com a aproximação da Páscoa é natural o aumento do seu consumo, principalmente pela enorme variedade que enchem os olhos. Um vilão para quem deseja emagrecer e um amigo para agilizar o raciocínio, melhorar o humor, combater o estresse, ansiedade, hipertensão e depressão, além de ser afrodisíaco. Quem faz as observações é a nutricionista Sheila Silva Castro, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, esclarecendo que o chocolate é um alimento benéfico à saúde, porém, principalmente nesta época deve-se ficar atento ao consumo para não exagerar.

O chocolate é produzido a partir do cacau, é composto de massa de cacau, sacarose, manteiga de cacau e outros ingredientes adicionais. Contém gordura, carboidratos, cálcio, ferro, potássio, cobre, manganês, magnésio, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12, cafeína, feniletiamina e teobromina, que agilizam e estimulam o raciocínio.

Os ansiosos, apaixonados e tensos sempre encontram alívio em uma barra de chocolate, que tem a capacidade de elevar os níveis de serotonina e endorfina causando sensação de bem estar, além de promover a disposição, evitar o mau-humor e a depressão.

O chocolate também possui flavonóides - antioxidantes - que impedem que o colesterol (LDL) se acumule nas artérias e combatem os radicais livres que provocam o envelhecimento precoce.
Existem pessoas que possuem sensibilidade aos componentes do chocolate. Esta sensibilidade pode se manifestar na forma de eczemas, insônia e enxaquecas, além de diarréia provocada pelo alto teor de gordura e açúcar. Para os que apresentam estes sintomas a solução é limitar o consumo ou eliminá-lo da dieta.
Os portadores de doença celíaca - intolerância permanente ao glúten - devem redobrar a atenção aos rótulos, pois muitos chocolates podem conter adição de cereais e consequentemente de glúten. O alerta também é válido para quem possui intolerância à lactose - açúcar do leite - uma boa opção para ambos os casos são os chocolates feitos à base de pó de soja. Já os diabéticos não devem abusar do chocolate dietético, pois são ricos em gorduras e calorias.
Segundo a nutricionista os pais devem ficar atentos com as crianças, já que elas são as mais presenteadas na época da Páscoa. "O consumo exagerado pode gerar complicações com a saúde, como alergias, diarréias, dores de cabeça, ganho de peso, além de agitação devido à presença de cafeína. O ideal é ingerir quantidades pequenas ao longo dos dias, para não haver alteração no apetite, pois as crianças precisam de outros alimentos e não devem deixar de fazer as principais refeições. Para os adultos a recomendação é a mesma, muita cautela", orienta a especialista.
"Hoje em dia o chocolate está presente em muitos alimentos, ocupando o segundo lugar no crescimento de consumo, perdendo apenas para a cafeína", explica Sheila.

Correspondência em 100g de chocolate
30g de chocolate = dois bombons (contém aproximadamente 170 Kcal)

170 Kcal podem ser aproximadamente comparados à:
4 laranjas pêra (uma = 43 Kcal)
2,5 pêras (cada 68,3 Kcal)
6 pêssegos médios (cada um tem 28,8 Kcal)
2 maçãs (uma tem 84,5 Kcal)
1 mamão papaya e ½ (cada metade tem 55,8 Kcal)
7 fatias de melão (cada fatia tem 25,2 Kcal)
35 morangos (cada tem 4,8 Kcal)
4 fatias médias de abacaxi ( cada tem 43,5 Kcal )
4,5 colheres de sopa de salada de frutas cheia (cada 38 gr = 37,62 Kcal)
3 picolés de limão (cada tem 55,68 Kcal)
1 copo de leite com achocolatado em pó (cada copo contém 165 Kcal)
4 colheres de sopa cheia de arroz cozido (cada contém 41 Kcal)
2 pães de queijo médios (86,8 Kcal cada)
1 peito de frango pequeno = 169,40 Kcal
3 colheres de sopa cheia de purê de batata ( cada 45g = 55,8 Kcal)
1 copo de leite de vaca (100 ml = 63 Kcal)

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Postado em 10/3/2009 16:57 por Aguinaldo Pettinati

Bebida alcoólica na TV estimula consumo imediato

Dr. Ricardo Teixeira

Pesquisa recém-publicada no jornal Alcohol and Alcoholism demonstra pela primeira vez que filmes e propagandas de TV em que personagens tomam bebidas alcoólicas estimulam imediatamente o consumo de álcool de quem está assistindo.

Cientistas canadenses e holandeses conduziram um experimento com 80 estudantes universitários do sexo masculino que foram divididos em quatro grupos. Um dos grupos assistiu a um filme com intensa aparição de bebidas alcoólicas incluindo intervalos com propaganda de bebida alcoólica. Outro grupo assistiu ao mesmo filme sem propagandas de bebidas alcoólicas. Dois outros grupos assistiram a um filme com pouquíssimas imagens de bebidas alcoólicas e intervalos com ou sem propaganda de bebida alcoólica.

Os voluntários assistiram aos filmes em companhia de amigos e com acesso livre a uma geladeira com bebidas alcoólicas e não alcoólicas, na tentativa de reproduzir as condições em que as pessoas assistem TV em casa. Os voluntários que assistiram a filmes com conteúdo de bebida alcoólica serviram-se de 1.5 copos a mais de cerveja ou vinho do que aqueles que assistiram filmes sem esse conteúdo num período de uma hora. Os resultados sugerem que o efeito do conteúdo de álcool na TV não só é capaz de aumentar o consumo de álcool na próxima vez que o indivíduo for ao supermercado, mas pode também estimular o consumo de álcool imediatamente.

A publicidade de cigarros já é proibida em vários países. No caso do álcool, se esses resultados forem confirmados por novos estudos, deverão servir de apoio à implantação de políticas públicas de restrição da publicidade do álcool na TV.


:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB)

Postado em 19/2/2009 9:39 por Aguinaldo Pettinati

Chocolate: coma com moderação

Espinha no rosto e uns quilinhos a mais. Esse pode ser o saldo para quem abusa do chocolate. "O chocolate é um alimento que a grande maioria das pessoas gosta e muita gente sofre com a forte tentação. O problema é que boa parte exagera na dose e come muito mais do que deveria. Por isso é preciso ficar atento para não ingerir mais do que é recomendado", alerta a nutricionista Ione Leandro de Queiroga, da rede de clínica de estética Onodera. Segundo a especialista, uma barra de 50g de chocolate por dia é o suficiente para matar a vontade, sem prejudicar a boa forma e trazendo benefícios à saúde. "Dê preferência ao chocolate amargo ou meio amargo, que têm menos gordura e facilita a absorção de antioxidantes", sugere Ione.



No entanto, para quem perder o controle e precisar correr atrás do prejuízo, a Onodera oferece tratamentos que ajudam a eliminar as gordurinhas extras, a acabar com as espinhas do rosto, ou amenizar as marcas deixadas por elas. O Ultracontour é a última novidade da Onodera para o tratamento de gordura localizada. "Este aparelho dispõe de um ultra-som focado de alta intensidade que quebra as células de gordura exatamente na região afetada. Ele age primeiro na gordura superficial e depois na profunda. Por isso é considerado um aparelho seguro e de alta performance", explica o médico Abdo Salomão Jr., da rede Onodera. O tratamento também é não-invasivo, permitindo a recuperação imediata da paciente.

Na Onodera este processo é reforçado com a drenagem linfática manual, um procedimento complementar ao Ultracontour. Testes realizados pela clínica comprovaram que a Onolinfática tradicional trouxe resultados mais eficazes do que o procedimento feito pela máquina. "A drenagem manual acelera os efeitos do ultra-som e este acaba sendo um importante diferencial do nosso tratamento", diz o médico. Em média, são necessárias de quatro a seis sessões com os dois procedimentos, em intervalos de 15 dias entre cada uma.

Para combater a acne, a clínica oferece um tratamento que combina higienização, esfoliação e ionização. "Esse mix provoca redução no aparecimento das espinhas e ajuda no equilíbrio da secreção sebácea (oleosidade da pele)", diz a fisioterapeuta da Onodera, Ingrid Peres. A especialista explica que, antes de submeter a pele ao aparelho de ionização, são aplicados produtos descongestionantes, anti-sépticos e cicatrizantes na região afetada. "Com isso, o equipamento promove uma absorção muito melhor dos produtos, garantindo um resultado mais satisfatório também", garante a fisioterapeuta. São recomendadas até cinco sessões, de uma hora cada, uma vez por semana.