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Seção: Contando Calorias



8 post(s) publicado(s) em “Contando Calorias”.

Postado em 7/4/2009 6:54 por Aguinaldo Pettinati

Stomaphyx, nova chance contra obesidade

O Brasil está ficando obeso. Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica comprovou que 15 milhões de brasileiros a partir de 18 anos são obesos e 3,7 milhões são obesos mórbidos. Esses índices tão alarmantes têm levado a população com excesso de peso para a mesa de cirurgia. Segundo o Ministério da Saúde, o número de cirurgias bariátricas aumentou 542% desde 2001. A redução do estômago é uma das soluções para o problema, mas o procedimento pode não ser definitivo. As recomendações médicas devem ser seguidas à risca, caso contrário, o peso e os problemas de saúde, como diabetes e hipertensão, podem voltar. Para aqueles que vivem o pesadelo de serem obesos reincidentes, uma nova técnica, recém-chegada ao país, oferece mais uma chance de ter uma vida saudável.

O Stomaphyx é uma técnica desenvolvida especialmente para pessoas que já realizaram cirurgia de redução de estômago, mas voltaram a engordar. O procedimento é feito via endoscópica, ou seja, não há cortes. O paciente não precisa de internação e a anestesia é leve, o que possibilita rápida recuperação e a volta para casa no mesmo dia. "A técnica do Stomaphyx consiste em realizar cerca de 20 pregueamentos internos no elo entre o neo-estômago e o intestino. Com a aproximação tecidual, o espaço por onde a comida passa diminui e com a redução do órgão o paciente volta a ter a sensação de saciedade que tinha nos primeiros anos após a gastroplastia. Ao comer menos, o paciente perde peso sem nenhum tipo de incômodo pós-cirurgico", explica o cirurgião do aparelho digestivo e doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), dr. Sergio Roll

As técnicas de sutura gástrica através de endoscopias são estudadas há mais de 10 anos. Esse tipo de cirurgia é uma tendência mundial, já que o objetivo é agredir cada vez menos o corpo dos pacientes. De acordo com o gastroenterologista e professor livre-docente da Universidade Estadual de São Paulo, dr. Arnaldo Ganc, as características do procedimento que envolvem o Stomaphyx praticamente não trazem risco à saúde do paciente. "Para fazer uma cirurgia como essa, em pacientes que já passaram por uma redução de estômago, utilizando os procedimentos convencionais, demoraríamos, pelo menos, 4 horas e a taxa de mortalidade seria em torno de 2%. Com a nova técnica, a cirurgia passa a ter cerca de 30 minutos de duração, com risco de morte desprezível". O médico afirma ainda que poucas horas após o procedimento o paciente já pode ir pra casa e até trabalhar no dia seguinte.

Os especialistas ressaltam que o procedimento do Stomaphyx não é a solução definitiva dos problemas relacionados à obesidade, já que trata-se de uma nova chance para que o paciente possa se reeducar e o acompanhamento médico é indispensável. Segundo dr. Roll, o mais importante para alcançar o melhor resultado é o acompanhamento após a cirurgia, já que o paciente terá que seguir uma dieta balanceada e tornar seus hábitos mais saudáveis para não voltar a engordar. O gastroenterologista dr. Ganc concorda e reforça a necessidade do acompanhamento multidisciplinar, com psicólogo, nutricionista e endocrinologista.

Em países da Europa e nos Estados Unidos o Stomaphyx já é utilizado em grande escala. O Brasil é o primeiro país da América Latina a realizar a técnica e mais de 20 pessoas já foram operadas com sucesso. O Stomaphyx já foi aprovado pelo órgão de regulamentação norte-americano, o FDA (Food and Drug Administration) e também pela ANVISA, no Brasil.

Postado em 22/12/2008 4:37 por Aguinaldo Pettinati

Psicologia da fila: quem vai almoçar superestima o tempo de espera

O tempo de espera na fila de almoço no Restaurante Universitário da Universidade de Brasília (UnB) não supera 6 minutos e 20 segundos. Mas quem enfrenta essa realidade estima, em média, um tempo de espera de vinte minutos, mais de três vezes o tempo real. Além disso, os usuários que estão no início da fila, próximos de serem atendidos, estimam que o tempo de fila é maior do que o tempo estimado pelos que estão no fim da fila, mais distantes da comida. "Esse resultado explica o comportamento da pessoa que precisa esperar muito para ser atendida. É como se ela devesse acreditar que o tempo de espera vai passar rápido, caso contrário desanima e vai embora", afirmou à assessoria de imprensa da UnB o psicólogo e pesquisador Fabio Iglesias, do setor de Psicologia Ambiental do Instituto de Psicologia daquela universidade, orientado pelo professor Hartmut Günther. Ele avaliou 32 filas de diferentes características, entrevistando usuários a cada vinte posições e conferindo se suas estimativas estavam corretas.

Preocupado com a elaboração de estratégias para se lidar com o problema, Iglesias avaliou que evitar a formação de fila é a melhor política para empresas que recebem clientes, pois quem espera tende sempre a reclamar, como constatou o psicólogo. As alternativas para se lidar com filas podem ser desastrosas. Oferecer jornais e revistas aos clientes, ou deixar uma televisão ligada, por exemplo, são medidas que podem gerar em quem espera a interpretação de que estão tentando enganá-lo, segundo o que foi apurado. A colocação de um relógio pode gerar ansiedade e também queixas.

Postado em 1/12/2008 13:41 por Aguinaldo Pettinati

Minicenoura para o verão

A minicenoura Mr. Rabbit é uma opção para quem quer se preparar para o verão e deixar a alimentação mais saudável. Em formato baby, o produto é uma solução prática para os lanchinhos entre as refeições ou mesmo após as atividades físicas, ideal para quem está cansado das barrinhas de cereais. Mais doces, crocantes e com alto valor nutritivo, as minicenouras Mr. Rabbit têm mais fibras, vitaminas, sais minerais e possui baixas calorias.

 

Além disso, com as minicenouras Mr. Rabbit os benefícios são em dobro, pois elas possuem uma quantidade superior de betacaroteno que auxiliam em um bronzeado mais intenso e natural. "No organismo, o betacaroteno se transforma em vitamina A, necessária para a saúde da pele, visão e mucosa. Essa vitamina age ativamente na recuperação da pele e auxilia na formação de melanina, pigmento que auxilia no bronzeamento. A substância também possui efeito antioxidante, o que possibilita o retardo do envelhecimento celular e combate aos radicais livres, fortalecendo o corpo contra o desenvolvimento de outras doenças", explica a nutricionista Luciana Andrade.

Em termos nutricionais, um pacote de 100 gramas de minicenouras Mr. Rabbit contém 0% de gordura e apenas 43 calorias. O produto também se destaca pelas práticas embalagens, que podem ser levadas a qualquer lugar (academia, escritório, faculdade, entre outras). O produto, in natura, é 100% sem conservantes, já vem lavado e descascado, pronto para o consumo.

Incluir alimentos práticos e atrativos na dieta é uma forma bastante eficiente de iniciar uma reeducação alimentar, tornando-a mais saudável para a vida toda. A minicenoura Mr. Rabbit é um convite delicioso para iniciar esta importante mudança de hábito.

Postado em 7/10/2008 18:20 por Aguinaldo Pettinati

Salada boa forma com menos calorias

Quem se preocupa com alimentação sabe a importância de incluir salada no cardápio do dia-a-dia. A Josapar, empresa líder no mercado de arroz com a marca Tio João elaborou uma receita de molho especial com SupraSoy para incrementar ainda mais este fundamental prato. Preparado com proteína isolada de soja - portanto conta com todas as propriedades nutricionais deste grão, além de ser livre de lactose e colesterol - o SupraSoy é enriquecido com vitamina A, B12 e D, fósforo e zinco e é fonte de cálcio, ferro e iodo.



A Salada Boa Forma SupraSoy é nutritiva e saborosa. Nesta receita, rende seis porções e tem valor calórico por porção: 79,7 kcal. Vale ressaltar que o valor calórico da mesma salada preparada com molho tradicional (mostarda, vinagre, sal e azeite) é 225,00kcal.

Salada Boa Forma
Ingredientes
1 cenoura
1 vidro de palmito (300g)
1 colher (sobremesa) de orégano seco
1 alface americana, lavada
1/2 maço de agrião, lavado
2 tomates grandes, cortados em gomos

Para o molho
1/2 xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Light (50g)
1 colher (chá) de azeite
1 colher (sopa) de suco de limão
1/2 colher (chá) de sal
folhas de hortelã picadas a gosto

Modo de Preparo
Corte a cenoura em fatias finas, com a ajuda de um descascador de legumes.

Corte o palmito em pedaços e tempere-os com o orégano. Acomode na ponta de cada tira de cenoura um pedaço de palmito temperado e em seguida enrole.

Coloque as "trouxinhas" de cenoura e palmito na parte central de uma travessa, e ao redor delas distribua as folhas de alface e agrião.

Finalize a montagem cobrindo as laterais da travessa com os gomos de tomate.

Prepare o molho: coloque numa tigelinha o SupraSoy, junte 4 colheres (sopa) de água, o azeite, o suco de limão, o sal e as folhas de hortelã picadas, misturando nem.

Sirva a salada e o molho acompanhando carnes brancas grelhadas.

SAC Josapar: 0800 53 18 00.

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Postado em 30/9/2008 7:51 por Aguinaldo Pettinati

Diet ou light? Qual o melhor para você

Produtos são considerados diet quando, em geral, têm algum nutriente suprimido, como carboidratos, gorduras, proteínas ou mesmo sódio. São produzidos com foco em públicos específicos, como diabéticos, celíacos ou hipertensos.

Já os produtos light são aqueles que possuem uma redução de mais de 25% em algum nutriente ou em calorias. Essa diferença é fundamental para evitar confusões. Um chocolate diet, por exemplo, pode não ter açúcar, mas contêm o mesmo teor calórico de um normal e até maior quantidade de gordura.

Postado em 29/9/2008 15:26 por Aguinaldo Pettinati

Preocupação com saúde faz crescer consumo de alimentos 'diet' e light

A maioria das pessoas sabe que a saúde está diretamente ligada à alimentação. Excesso de doces, frituras, refrigerantes e massas, por exemplo, contribui para o aumento de peso e, conseqüentemente, para o aparecimento de doenças como hipertensão e diabetes. Não é à toa, portanto, que o consumo de alimentos diet e light cresceu nos últimos anos. De acordo com pesquisa da AC Nielsen, o setor de produtos dietéticos movimentou cerca de R$ 4 bilhões em 2005 e apresentou crescimento de 21% em volume, entre 2003 e 2006, contra os 17% apresentado pelo setor alimentício não diet/light no mesmo período.


O gerente regional da rede de supermercados Comper, Gustavo Rodrigues, estima que, nos últimos meses, o aumento na venda tenha sido de cerca de 30%. Produtos diet e light são aproximadamente 9% de todos os itens à venda nas lojas, e a tendência é só aumentar este número. “Estamos adquirindo ainda mais itens, em resposta à demanda da clientela, que passou a buscar bastante esses produtos”, explica. Ele afirma, também, que os mais procurados são cereais em barra, biscoitos e geléias, apesar do preço um pouco maior.

Postado em 1/8/2008 14:48 por Gabriella Guerrero

Escolha seu queijo segundo sua caloria

Para não errar na hora de comer queijo, confira a nossa tabela de calorias. Nela aparecem vários tipos e diversas calorias. Tome cuidado para não abusar. No fondue, dê preferência aos queijos que são preparados com leite desnatado e queijo magro. No lugar do pão italiano você poderá trocar por pão integral e também consumir com legumes como (cenoura; pepino; brócolis e chuchu).

QUEIJOS/KCAL / PORÇÃO
Camembert - 1 fatia (17 g) - 50 Kcal
Cheddar - 1 fatia (17 g) - 70 Kcal
Cottage - 1 colher de sopa (20 g) - 19 Kcal
Cremoso (Cream Cheese) - 1 colher de sobremesa (20 g) - 50 Kcal
Edam - 1 fatia (20 g)- 67 Kcal
Emmental - 1 fatia (20 g) - 62 Kcal
Gorgonzola - 1 fatia (20 g) - 96 Kcal
Gruyère - 1 fatia (20 g) - 84 Kcal
Minas Fresco - 1 fatia (20 g) - 46 Kcal
Mussarela - 1 fatia (14 g) - 39 Kcal
Mussarela de Búfala - 1 bola (20 g) - 57 Kcal
Parmesão - 2 colheres de sopa (22 g) 88 Kcal
Prato - 1 fatia (20 g) - 78 Kcal
Provolone - 1 fatia (20 g) - 67 Kcal
Requeijão - 1 colher de sobremesa (23 g) - 66 Kcal
Ricota - 1 fatia (20 g) - 28 Kcal
Roquefort - 1 fatia (20 g) - 75 Kcal


Postado em 25/7/2008 14:13 por Gabriella Guerrero

Controle a fome no inverno


No frio a sensação de fome parece ser maior. Isso porque o nosso organismo gasta mais energia para produzir calor e manter a temperatura corporal em torno de 37°C, e com isso o corpo demonstra sinais que precisa de mais alimento fazendo com que aumente a sensação de mais fome principalmente por alimentos gordurosos.

Parece ser mais difícil de perder peso no inverno pois o organismo, na medida do possível, tenta preservar a gordura estocada porque ela atua como isolante térmico. No inverno, os estoques de glicogênio (forma com que o corpo armazena o carboidrato) se esgotam mais rapidamente, também por causa da ação física da perda de calor interno para o ambiente. O problema está no quanto é preciso comer a mais, sem desequilibrar a balança. Antes de se animar a comer mais por conta dos fatores acima siga algumas dicas em quais alimentos escolher para não engordar.

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