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VIVENDO LEVE | BELEZA & SAÚDE

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Colaborador(a): Maria Pia



11 post(s) publicado(s) por “Maria Pia”.

Postado em 5/1/2009 17:40 por Maria Pia

Do egito ao prato do brasileiro

Você sabia?

Que o farro foi um dos primeiros cereais empregados na culinária, usado desde o Egito antigo e cultivado durante séculos na região do Mediterrâneo - era tido como um alimento precioso e servia como oferenda às divindades daquela época.



Grãos de farro esmagados e cozidos em água eram usados pelos romanos para preparar o "pultem", um antecessor da polenta que tinha consistência mole e era servido geralmente misturado a queijos, carnes e molhos. Apesar de sua importância, após a queda do Império Romano, cereais mais produtivos foram desenvolvidos e seu cultivo entrou em declínio.

Na América do Norte e Europa, o grão é muito consumido, devido a seu alto valor nutricional e energético, em saladas, sopas e massas (macarrão, pão e pizza) e, em especial na Itália, onde o cultivo é feito em toda a região central, sendo o farro da área de Garfagnana, na Toscana, muito famoso por seu sabor amendoado.

Atualmente, o grão começa a ser conhecido também no Brasil e quem segue a tradição aqui é o italiano Vincenzo Vessicchio, chef de cozinha da Casa da Fazenda do Morumbi. Há cerca de 5 meses, o chef, após visita à Itália, sua terra Natal, voltou ao Brasil trazendo a novidade que logo fez sucesso entre os clientes da Casa. Atendendo a pedidos, Vincenzo incluiu o cereal no cardápio do buffet, servido aos finais de semana, como mais uma opção (fixa) saborosa e nutritiva, além do tradicional arroz e risoto.

Com uma aparência marrom clara, similar a do trigo usado para fazer a farinha, só que com a casca que adere ao grão durante a colheita - como ocorre com a cevada e com a aveia -, o farro tem proteínas, que beneficiam quem pratica atividade física, fibras que auxiliam na digestão e na normalização do colesterol e pode ser consumido por diabéticos. E por ser muito resistente, costuma ser produzido sem utilização de pesticidas, ganhando ainda adeptos entre os apreciadores de orgânicos.

O que acha de uma matéria sobre a "novidade" que chega ao Brasil e já conquista o paladar do brasileiro?

Postado em 24/11/2008 8:41 por Maria Pia

Consumo de soja evita problemas cardíacos nas mulheres

Mulheres que consomem produtos à base de soja têm menos chances de sofrer ataque cardíaco. "Quando a soja é consumida regulamente diminui em até quatro vezes os riscos de doenças do coração", explica o médico nutrólogo Maximo Asinelli.

O risco de apoplexia ou de uma crise cardíaca é menor que um porcento nas mulheres que consumem bastante soja freqüentemente. Nos homens, porém, o consumo de soja ainda não apresenta nenhum resultado comprovado cientificamente.

"O ideal é que se consuma o equivalente a 45 g de natto ( a soja fermentada) ou 100g de tofu, o queijo de soja. Essa quantidade consumida diariamente diminui significativamente o risco de ataques cardíacos nas mulheres", exemplifica Asinelli. Outros alimentos, como as algas, aliados ao consumo de soja também ajudam a aumentar a defesa do organismo, sendo ótimo para a saúde e bem-estar.

Postado em 4/11/2008 13:42 por Maria Pia

Curso ensina receitas de 50 pratos para a 3ª idade

Patês leves para lanches noturnos, carnes com legumes ou molhos para garantir mais fibras à mesa e regular o funcionamento dos intestinos. Estes são alguns tipos de pratos, de fácil preparo, criados pelas nutricionistas do SESI-SP, com o objetivo de atender as necessidades de pessoas da terceira idade.

No total, são 50 receitas inéditas que poderão ser passadas à população, através de curso que a entidade oferece, a partir do dia 12 de novembro, na sua unidade de Sorocaba (Rua Duque de Caxias, 494 - Mangal - tel.32224-4090). O curso, que pode ser concluído em um mês e que privilegia aqueles com mais de 59 anos ou que trabalham com esse público, possui carga horária de dez horas (quatro dias de aulas com duração de duas horas e meia cada uma).

O custo das aulas, que dão direito à cartilha "Alimentação Saudável e Culinária para a Terceira Idade, com as 50 receitas e dicas de nutrição, é de R$ 32,00. Beneficiários da indústria pagam R$ 22, 00 e pessoas a partir dos 60 anos têm desconto de 50%.

O curso será oferecido nos dias 12, 19, 26 de novembro, e 3 de dezembro, das 14h às 16h30, ou nos dias 13, 27 de novembro e, 4 e 11 de dezembro, das 18h30 às 21 horas . As inscrições, já abertas, devem ser feitas pessoalmente no SESI Sorocaba, das 8h30 às 16 horas, na segunda-feira, e das 8h30 às 20 horas, de terça a sexta-feira.

Postado em 22/10/2008 16:03 por Maria Pia

Consumidoras perguntam sobre o chá: Verde? Vermelho? Onde achar?

Surgiram algumas dúvidas a respeito dos diversos tipos de chá. como:

1 - Gostaria de saber por quanto tempo posso fazer uso do chá vermelho

R: Pode consumir sempre, com moderação 

2 - Onde se pode compar o chá vermelho?

R: Ainda é bem difícil achar, existem alguns sites que vendem o chá vermelho. Há uma loja chamada Loja do Chá, no Shopping Villa Lobos, em São Paulo. Lá você encontra. Tel.: 11 - 30244175

Mais sobre o chá

O Chá vermelho Muito popular na China e no Oriente, tornou-se grande aliado da medicina ortomolecular, principalmente pelo efeito "depurador de gorduras". São inúmeros seus benéficos para o bem-estar, inclusive na parte emocional, porque ajuda a combater a depressão. Apresenta também anti radicais-livres e propriedades antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular e as doenças degenerativas.

Feito com as folhas de camellia sinensis (o mesmo arbusto que produz os chás verde e branco), o chá vermelho também tem efeito analgésico, anticoagulante, antibiótico, antidiarréico, anticárie e proteção das artérias. É rico em componentes essenciais, como polifenois, catequinas, teofilina, teobromina, vitamina C, vitamina B, cafeína e taninos - pool de substâncias que acelera o metabolismo e reduz o colesterol, melhorando ainda a digestão.

Na maioria dos casos, os chás são um tratamento natural, que não possuem contra indicações. Mas com o chá vermelho a situação é diferente: se tomado em excesso, aumenta a ansiedade, a insônia, a TPM e a possibilidade de cálculos renais, por conta do alto teor de oxalatos. Deve ser evitado por grávidas e pessoas com hipertensão arterial, que podem tomar no máximo uma xícara.

Quente ou gelado, pode ser ingerido até três vezes ao dia. Aconselha-se ferver a água de três a cinco minutos e deixá-la em infusão por três minutos antes de bebê-la.


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Postado em 23/9/2008 12:36 por Maria Pia

Chás branco e vermelho funcionam como emagrecedor para pessoas com hipotiroitismo?

Respondendo a uma dúvida de uma leitora. Os chás branco e vermelho funcionam como emagrecedor para pessoas com hipotiroitismo?


A catequina presente neles, só está realmente presente quando se usa a erva pura, sem ser tostada e sem adoçar o chá, mas a quantidade é muito pequena para ter o efeito realmente emagrecedor, o ideal é ter uma dieta equilibrada e consultar o médico e nutricionista

Postado em 2/9/2008 8:53 por Maria Pia

Azeite: virgem é melhor

O processamento do azeite de oliva influencia na concentração de antioxidantes, substâncias que protegem o organismo contra agentes externos e no desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares e o câncer.


O azeite de oliva extra virgem contém uma maior concentração de antioxidantes do que os azeites de oliva refinados. Os principais antioxidantes do azeite de oliva são os derivados fenólicos (tirosol e hidroxitirosol), esteróis livres e seus precursores, o esqualeno. O azeite refinado em função de seu processamento perde uma parte desses microcomponentes, mas mantém a mesma composição de ácidos graxos dos azeites virgens.

Veja as diferenças:
• O azeite de oliva extravirgem tem 330 mg de vitamina E/kg e 400 compostos fenólicos diferentes.
• O azeite de oliva refinado contém 220 mg de vitamina E/kg e 80 compostos fenólicos. A menor concentração de compostos fenólicos e vitamina E do azeite refinado diminuem a estabilidade do produto quando comparado com o virgem.
• A composição de ácidos graxos, responsável por importantes benefícios à saúde, é semelhante nos dois tipos de azeite.

Postado em 30/8/2008 15:34 por Maria Pia

Não compre gato por lebre, saiba o que é o azeite de oliva

A União Européia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:


• São considerados azeites extra virgens aqueles cuja acidez é menor do que 0,8 % e que apresentaram atributos positivos suficientes em testes sensoriais. São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas. Industrialmente podem ser misturados com outros tipos de azeite.

• Os azeites de oliva com acidez entre 0,8% e 2% são conhecidos como azeite de oliva virgem. Seu principal uso é o culinário e quando usados industrialmente são mesclados com outros tipos de azeite.

• Os azeites com acidez maior do que 2% denominam-se azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.

• Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinado ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.

• A mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atendê-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extra virgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.

Postado em 30/8/2008 14:29 por Maria Pia

Você sabe de onde vem o azeite de oliva?

A partir da prensagem de azeitonas maduras obtém-se o azeite de oliva virgem, que é tratado exclusivamente por processos físicos: lavagem, moagem, prensa e centrifugação. O resultado é um produto não fermentado de baixa acidez (no máximo 2º).

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Postado em 29/8/2008 9:42 por Maria Pia

Dúvida do leitor: mel para a tosse infantil

O uso do mel para bebês até um ano causa polêmica. E a leitora Lia viveu justamente essa situação, relatada em carta para o VivendoLeve. "Estou com um grande problema, meu filho esta com tosse, e, minha sogra não deixa eu dar mel a ele poque diz que o produto pode estar contaminado pela salmonella. O que fazer."

O Mel é PROIBIDO para bebês até um ano. Ele pode provocar uma doença chamada botulismo. É melhor prevenir do que remediar. O bebê dessa idade ainda está com a flora intestinal completa, não preparada para se proteger de tais bastérias.  O ideal é não oferecer alimentos adicionados de açúcar e mel, ofereça natural!

Sobre a tosse posso lhe dar uma dica de mãe de bebê de 6 meses:  INALAÇÃO 2 x por dia, essencial para esse tempo seco que traz essa tosse!
Maria Pia - Nutricionista

Postado em 18/8/2008 14:36 por Maria Pia

Muitos nutrientes na 'leve' sopa de alho poró



O alho-poró, de baixa caloria, fornece grande quantidade de minerais e fibras, além de muita vitamina C. Meia xícara de alho-poró picado e cozido, servido ao natural, contém somente 15 calorias, sendo 25 mg de vitamina C e 16 mg de cálcio, além de uma pequena quantidade de niacina. 

Também é útil em uma variedade de pratos, onde seu sabor, semelhante ao da cebola, é apreciado. Pode ser fervido e peneirado com batatas e servido como sopa. Pode-se também refogá-lo em caldo sem gordura para ser servido quente ou pincelar levemente com azeite de oliva e grelhá-lo para servir com legumes.


Ingredientes:
2 alhos-porós
1 cebola média ralada
2 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 xícara (chá) de queijo cottage
1 xícara (chá) de caldo de legumes sem gordura
1 xícara (chá) de leite desnatado
sal a gosto

Modo de Preparo:
Limpe o alho-poró, lave-o e pique os talos em rodelas finas. Leve ao fogo uma panela com a cebola, o alho, o alho-poró e o azeite de oliva. Refogue até o alho-poró ficar macio e retire do fogo. Reserve um pouco do alho-poró para decorar e transfira o restante do refogado para o liquidificador. Adicione o queijo cottage, o caldo de legumes e o leite e bata até obter um creme uniforme. Despeje o creme numa panela e leve ao fogo baixo, mexendo de vez em quando, até encorpar um pouco. Acerte o sal. Retire o creme do fogo, distribua em pratos fundos e disponha no centro o alho-poró reservado. Sirva em seguida.
Rendimento: 2 porções